Poesias

A voz da tristeza

Talvez me julguem por me calar,Por este silêncio repentino que sobressai em mim,Por está fria melancolia que no meu rosto sorri.Mas posso que não,Sem antes sentir o que estou a sentir...Agradeço a toda paciência,Daqueles que me ajudaram,Sem pensar em recompensa.Aos sentimentos verdadeiros,Que me cercavam,Enquanto eu, com meu esquivo.A vida não é um conto de fadas,Tal como minha quietude revela,Nem imaginam que jorra,Um rio de águas entristecidas em meu coração.E se eu não olhar nos olhos,E por que não quero denunciar meu martírio,A quem sei que enxergara.E seu me calar,Não digam nada,Apenas escutem meu silêncio.

Enviar-me um email quando as pessoas comentarem –

Para adicionar comentários, você deve ser membro de Casa dos Poetas e da Poesia.

Join Casa dos Poetas e da Poesia

Comentários

  • Muitas coisas se revelam num olhar...a alma (por exemplo)!...

    Tristes, porém, profundamente reflexivo!...

    Aplausos e que Deus te abençoe!...Amém!...

  • Desponta nos seus versos uma tristeza que embora tamanha

    repercute no silêncio um sorriso que sobressai, inquieto e revelador

    Abraço poético

    FC

  • Versos entristecidos em galanteios perdidos.

    Mas com uma visão profunda.

    Acompanhado de fundo musical sensível a alma.

    Parabéns.

  • Adm

    Muitas vezes queremos deixar que as águas corram levando o que sujeira do leito, para que o este leito volte a ficar limpo.

    Profundos versos que vem da alma.

    Parabéns!

  • Parabéns, poetisa, poema lindo, maravilhoso... Abraços, paz e Luz!!!

    • Obrigada
  • Muito profundo Suzana. Muitas vezes nos sentimos assim, envoltos ao nosso silêncio. O silêncio muitas vezes revela as mais preciosas respostas. Parabéns pelos versos. Um abraço carinhoso! 

This reply was deleted.
CPP