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Diálogo

Onde estás, oh cruel senhora das horas,
Que a todos devoras com teus minutos
E a ninguém perdoas nem de ti escapa?
Nem mesmo o mais vil dos mortais!

- É a mim que procuras, oh ser figurante
Qual cavaleiro errante que surges de escudo
Em Rocinante montado e cheio de pecado
De alma sofrida, que sofre desnudo e calado?

O tempo passou! E você não chegou...

* * * * * * *



Este poema foi construído para participação na brincadeira A poem a day no dia 19 de junho de 2014 e publicado inicialmente no blog Verdades de um Ser.  (clique no link para visitar)

Lá foram deixados dois comentários:
Um de Ariadne => Gostei! Muito bom seu poema! Parabéns, Alberto! Beijos!

E o outro de Ana Cláudia Maramaldo => O Senhor Tempo, quem pode dete-lo…

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