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Natal - Prosa poética - Veraiz Souza

Um menino nasceu... Em uma manjedoura. Talvez esse acontecimento Não teria tanta importância Nem seria notado, nos dias de hoje Se Ele não fosse o Menino Deus. Como uma criança comum Quis vir ao mundo dos humanos E humano foi, até sua morte e morte de Cruz. Porém...mostrou a todos Que não era um simples mortal. Pois ressuscitou. Rolou a pesada pedra que fechava, seu leito de morte Suas vestes alvas, deixou, para provar que ali esteve Subiu ao Céu. Está á direita do Pai. Cuida da humanidade, que…

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NATAL VAI CHEGANDO... OBA

N atal sempre natal nao e uma mera tradicao A vida e assim a surpressa de transformacao T razendo no presepio os presentes de renovacao A vida cristiana e permanente emocao L ivres os versos qual borboletas no coracao... V oltaram os tempos infantis perceptiveis A dorando la em Belem Jesus sensivel I mortal Jesus presente inesquecivel C anticos sentoados de amor e paz comemoram H umanidade fraternal  se renovam E ncontros de  presentes se avisam G randes festejos universais se transformam A…

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NATAL...

Natal... Natal é momento de reflexão,tempo em que nos encontramosmais sensíveis...Momento de fé, amor e esperança!Esperança de dias melhores,que possamos nos ajudar um ao outro...Natal do menino Jesus!Natal das crianças que esperam ansiosaspelo bom velhinho: O papai noel!É na noite de natal que vemosnos olhos inocentes das criançaso desejo de ganhar seus brinquedos...-Que tem vezes que nem chega!Uns ficam felizes, outros com olhar perdido não!Nem todas as crianças tem satisfeitos os seus…

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Paz, pan...

Porrón pon, pon, pon... Paz, pan, pan... . Hambre del alma... Parram, pan, pan... Con sed de amor... Parram, pan, pan... Violencia en calma... Parram, pan, pan... Es el clamor del terror... Parram, pan, pan... Parrapapán , parrapampán, parrapampán  ... Ha renacido con fuerte dolor El Redentor ... Solitarios los Hombres están... Pan, pan... Abandonados. Genocidios y horror... Pan, pan... Bajo una estrella que se niega a brillar... Pan, pan... Salpicada por tanta sangre y dolor... Rapampán, …

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Natal Actual

NATAL ATUAL * Em nosso Mundo em cada canto das Cidades enquanto o Povo dorme, em singela Estrebaria, nasce uma Vida que feito meNino ou meNina é o Natal que será a inspiração de cada Poesia ** Seus nascimentos, são vistos pelas Estrelas e dentre elas, uma que será delas a sua Guia que espera e faz tudo para que não seja apenas festejada no Natal por cada Poeta em u'a Poesia *** Em cada Cidade, o materialismo é quem prevalece sempre movido pela mais valia e pelo valor do cobre Em lutas…

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4 respostas · Respondido por Livita Silva 8 de Dez de 2017

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Comentários

  • É natal no mundo

     

    Não esconda o belo

    Acenda a tocha e queime o mal

    Não respire o que sobra do mal

    Apenas ajoelha e reza

    Ofereça o sangue aos bons

    Ofereça uma flor

    Sinta o perfume do prazer

    Faça que tenha prazer junto com você

    Diga sim a um beijo

    Mesmo que seja de outra mãe

    Diga amém para a praga jogada

    Mesmo achando que não mereça

    Peça perdão ao seu amor

    Abraça o futuro ser

    Peça um filho no útero da amada

    Ofereça seu sangue posto no cálice

    Doe seus olhos para as coisas belas

    Chame de meu bem todo ser de bom coração

    Jogue seu ódio no rio que corre

    Ofereça seu corpo para o socorro de alguém

    Não relute o tempo

    Peça uma benção ao sábio

    Chame o inimigo para um abraço

    Use sua cama para confortá-lo

    Deixe a tristeza só

    Dê um sorriso para a vida

    Abrace seus sonhos

    Relute para não soltá-los

    Tenha o carinho ao seu lado

    Diga ao fraco que chore

    Dê um grito de ânimo para ele

    Ofereça seu sono para a noite fria

    Faça afago ao sentimento de todo semelhante  

    Dê um beijo na felicidade

    Sempre que ela aparecer

    Ofereça uma flor para aquela que te der um sorriso

    Dê as mãos para as travessias difíceis

    Olha para o céu e ofereça o perdão

    Não maltrate a mulher adúltera

    Não reprima o desejo feminino

    Faça sempre o prazer de uma mulher

    Mesmo que dela não produza uma semente

    Regue a bondade numa tarde fria e sem sol

    Deixe as lágrimas lavar seu rosto

    Peça que volte sempre ao seu aposento

    Chame de linda, mesmo a feia

    Dê prazer sem olhar a cor de sua pele

    Obedeça sua vontade noturna

    Deixe entrelaçar seus perfumes

    Ofereça outro prazer que você não possa dar

    Abraçados, o frio é diminuído

    Cante com todos os fiéis

    Cante o natal!

    Autoria : José Hilton Rosa

    • Adm

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