Devaneios


Devaneios

Menino alinhado, sutil, tão acanhado

Revela-se em performances varonil

Atrai, retrai e encanta-me !

Me perco, enlouqueço sem saber onde é o começo

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Sua nudez amedronta meus olhos rebeldes

Sinaliza meu corpo febril, esfomeado.

Ataca meu cérebro sem postura

Adoça minha boca sem amargura.

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Venha menino! Componha-se.

Desiniba teu corpo, retrate seu ego.

Desarme seus passos, atire teu alvo.

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Querias eu, subestimar minha inteligência.

Desligar meus neurônios apurados

Tapar meus olhos rebeldes

Ignorar meus devaneios

E não querer-te nos meus desejos

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Arrasto meu corpo sobre cama...

Adormeço lentamente !!!

 

 

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