Errante caminhante

Pelo caminhar do tempo impaciente avivo

Cada pegada marcada na esteira dos dias fugindo

Apressados deixando no silêncio um uivo de

Lamentos sedentos e enamorados

 

Pavimentei cada esquina do caminho

Vandalizei meus sonhos mais itinerantes

Acossados pela voraz embriaguez

De tantos desejos reiterados e beligerantes

 

Como um boomerang atiro meus versos pelo

Caminho errante despassarado, alimentando

O saltitante prazer quase vilão onde algemo toda

Solidão insuportável…drapejando a vida que se desdobra

Num piquenique de amores incontestáveis

Frederico de Castro

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