NUA... ARREBATADA DE AMOR

Fugir... Sair de mim, desse corpo

Que me faz pecar em horas vãs.

Sair destas vestes que me cobrem

como trapos pecaminosos cheios de

anseio bordados de infinita paixão.

 

Fugir da dor que avermelha meus olhos,

das lágrimas sem sal, dos lábios mendicantes,

das mãos nervosas tremulas por não ter teus

agrados tatuados em mim, marcando tua posse.

 

Tanta ilusão! Corpo banhado de paixão...

Não há chuva, não há pingos, só há fatiga.

Sonhos pecaminosos da minha feraz imaginação.

Me vejo sob a luz da inquisição, alagada pela chuva

que lava a alma e alivia o coração como revoada

de passarinho em busca do sol.

 

Corpo nu e molhado vivendo nos nossos sonhos...

Tremulo, arrebatado de amor.

 

Luly Diniz.

18/08/17

 

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Respostas

  • Lindo demais, poetisa :)

  • Adm

    Bonito Luly, bela inspiração.

    Parabéns!

  • Bom dia Ilario, sei que não está essas coisas todas mas agradeço sua visita

    e seu comentário.

    Abraços!!!

  • Parabéns, poetisa, poema lindo, primoroso, adorei. Abraços, paz e Luz!!!

  • Obrigada querida poetisa Angélica, consegui fazer hoje,
    não tão bom quanto os que cheguei a dar uma olhada,
    mas escrevi o que me veio a mente.
    Um abraço carinhoso,
    Luly.

  • SENSACIONAL!!! MUI ENCANTADA!!! PARABÉNS LULY!!

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