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6 de Jan de 2016
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"Para Nieves Maria Merina Guerra, com um abraço poético carinhoso:
Rio de mi vida Rio, ¿por qué riesgo y da paso cantando, indiferente,Entre las piedras, las flores, siguiendo el curso de su cama¿Por qué no se cae, aunque sea por un momento,Y tú lanz…"
5 de Jan de 2016
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"A todos poetas que me saudaram, dando-me boas vindas neste cantinho, meus sinceros agradecimentos pela gentil acolhida. Um grande abraço para todos, com votos de uma FELIZ 2016.
LHenrique Mignone"
5 de Jan de 2016
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"E, para você, querida Edith Lobato, deixa uma poesia com gosto de café.
Teu gostinho de café
(LHenrique Mignone)Devo confessar-te, por mero dever de ofício,Que levo comigo a maior de minhas fantasias,Que me enlouquece, por vezes, que me extasia,Cheg…"
5 de Jan de 2016
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Comentários

  • Seja bem vindo LHMignone: Esta Casa nos deixa à vontade para aqui expormos nossos trabalhos poéticos. Abraços

  • Para Nieves Maria Merina Guerra, com um abraço poético carinhoso:

    Rio de mi vida

     
    Rio, ¿por qué riesgo y da paso cantando, indiferente,
    Entre las piedras, las flores, siguiendo el curso de su cama
    ¿Por qué no se cae, aunque sea por un momento,
    Y tú lanzas caídas, caídas de agua, a veces triste,
    La fuente al mar, nube, lluvia, ciclo perfecto?

    Rio, ¿por qué cantar en los rápidos, si se oye el grito
    Que brota de mi alma triste y fusiona sus aguas,
    ¿Por qué, río, dime por qué yo estaba más que encantado,
    Ya no se oye la voz de mi pecho la esquina suave
    ¿Por qué no lavar y llevar estas heridas?

    Río, oh río de mi vida, es decir, en cada momento, por lo que
    Fuente, viajes, remanso, cascada, mar, nubes, lluvia,
    En todas tus etapas, caras sin fin, pero siempre reír,
    Al igual que yo, mirando a mí mismo, sin principio y sin fin,
    Atrapados en la corriente de la vida, a veces borrar a veces borrosa.

    Rio, mi vida, reírme de mí mismo, único río
    Ahora escucho tu voz cantando y dejo mi dolor sin fin,
    Sumergirse en sus aguas, reunión, chico rollo
    embelesado con tal encanto, cantando la canción de la vida con usted,
    Am fuente, océano, lluvia, yo soy el río. No más llanto ... solo río

     

  • A todos poetas que me saudaram, dando-me boas vindas neste cantinho, meus sinceros agradecimentos pela gentil acolhida. Um grande abraço para todos, com votos de uma FELIZ 2016.

    LHenrique Mignone

  • E, para você, querida Edith Lobato, deixa uma poesia com gosto de café.

    Teu gostinho de café
    (LHenrique Mignone)

    Devo confessar-te, por mero dever de ofício,
    Que levo comigo a maior de minhas fantasias,
    Que me enlouquece, por vezes, que me extasia,
    Chego às raias da loucura, mais que um vício.

    Um fugaz beijo contigo trocado, em tarde baldia,
    Em teus lábios, língua e saliva o sabor do café
    Recém sorvido, teu corpo colado ao meu, de pé,
    Ficou absorvido na mente, como a mais pura magia.

    Neste enlevo profundo, nossos olhos semicerrados,
    A mente a divagar por tempo distante e longínquo,
    Quando nos amamos com ardor, jovens apaixonados.

    Hoje distantes, a cada vez que sinto de café o cheiro,
    Lembro-me de ti, amada, e me pergunto com afinco,
    Por que não me tomaste por inteiro e por derradeiro?
  • Adm

    Deixo um café com poesia pra você.

  • Adm

    Seja bem vindo PoetaLHMignone.

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Sobre Mim

Aniversário:

Novembro 19


1) Qual seu nome completo?

Luiz Henrique Mignone


2) Sexo?

Masculino


3) Data de nascimento

19/11/1945


4) Local de residência (apenas Cidade / Estado / País)

Mimoso do Sul, Espírito Santo, Brasil


5) Mini Currículo (trabalho, experiências, gostos e ou preferências, família, produção poético-literária...).

Nasci em uma pequena cidade do Espírito Santo - Mimoso do Sul - onde vivi minha infância e parte da juventude, o que serviu para constituir toda a base de meus conhecimentos, vivências e sentimentos, de onde saí para ganhar o mundo e para onde retornei recentemente, mesmo que de passagem, menino vadio, eterno nômade. Apesar da enorme afinidade com a música, tendo composto algumas canções e com elas até mesmo participado de festivais, por não ter a formação musical e a erudição de meu tio-avô, o Maestro Francisco Mignone, resumi-me a audiófilo, abandonando o sax que insisto em carregar comigo, mesmo que mudo, por não saber tocá-lo direito. Por não ter as habilidades artísticas de minhas irmãs, exímias e reconhecidas pintoras, com inúmeras obras expostas no exterior, que as herdaram genéticamente e pelo convívio mais intenso com minha mãe, uma guerreira valente que sabia transformar restos de madeiras, linhas e fios em tesouros e sem a criatividade e sensibilidade de meu irmão, que consegue materializá-las em suas belissimas esculturas, para não ser a "ovelha negra" da família, aventurei-me no mundo das letras, já que os livros sempre foram meus grandes amigos, leitor compulsivo. De meu pai herdei a persistência, o sentido de organização e, sobretudo, o constante empenho de realizar, de fazer, em uma busca incessante, o amor pela numismática que ensejou a elaboração de meu primeiro trabalho, o livro "Brasil - do Réis real ao Real irreal", um estudo técnico-histórico sobre as emissões de cédulas brasileiras. Com minha filha Elisa, escoteira lobinha que partiu tão prematuramente, além de tantas outras coisas, aprendi e consolidei seu lema - melhor possível - que me torna tão exigente comigo mesmo, em meus devaneios, tornando exaustiva, às vezes, a realização de tarefas bem simples. Em sua memória, meu segundo trabalho - Para uma menina que é uma flor - composto por grande parte das crônicas aqui expostas. À cidade onde nasci e a quem devo a consolidação do que sou, dediquei meu terceiro livro - Minha terra, minha gente, minha vida - cujos "causos" registrei em algumas das crônicas igualmente aqui expostas. De minhas andanças pelo mundo, principalmente durante o período glorioso em que vivi como pescador, mergulhando, assimilei a vida simples e despojada dos homens do mar, o que ensejou o livro "O enigma do Wakama". Sem qualquer pretensão de vir a tornar-me um escritor ou poeta, o escrever tornou-se para mim mais um sentido, passando a registrar as sensações de todos os sentimentos que compõem o espectro de minha vida, que vejo como um rio, em cada um de seus momentos cíclicos de remansos, corredeiras e cachoeiras, em seu inexorável destino, rumo ao mar.


6) Quem o/a indicou para a Casa dos Poetas e da Poesia (ou como ficou sabendo desta)?Cite o nome da pessoa que a/o indicou ou convidou.

Nina Costa


8) Concorda que as poesias eróticas (caso as poste), devem ser postadas no Grupo de Literatura erótica?

Sim, concordo.


9) Concorda em interagir conforme possa, com os demais membros participando e interagindo das atividades da Casa?

Sim, concordo.


11) Deixe o Link do Facebook ou Recanto das Letras (caso tenha) *Não coloque o "http"

http://https://www.facebook.com/luizhenrique.mignone.3


12) Publique neste espaço, um ou até dois textos de tua autoria. (não precisam ser extensos)

O último dos românticos Apruma-te, coração eternamente apaixonado, Toma jeito! Não vês que perdes o respeito, O rumo, ao bater descompassado em meu peito, Sofrente por um amor que não te tem amado? Sossega, baixa o ritmo de tua infinda ansiedade, Permite que somente fale mais alto a lembrança Da mulher que levou consigo o resto de esperança, Deixando em meu leito somente o olor de saudade. Não descompasses, não entres em loucas arritmias, Mantém-te, como sempre, na mais absoluta calma, Persiste no caminho que tens trilhado com tua alma, Retorna ao mundo que um dia te acolheu, na poesia, Compondo odes, encantando todos com os cânticos, Poemas, tercetos e sonetos de tua lavra, vezes clássicos, Não te intimides nunca ao julgarem-nos jurássicos, Jamais sucumbas, pois és do último dos românticos! LHMignone Enviado por LHMignone em 07/12/2015 Em teu dia, Vênus!!! Perdoa-me, Vênus querida, se hoje, no que chamam teu dia, Não te cubro de versos, de cantos, sonetos, odes e de prosas, E me apresento a tua frente, simples, despido de hipocrisia, Porém com todo meu amor, ofertando-te uma única rosa: Se o oito de março, dizem, representa o dia de luta pela igualdade, Pensa bem, em muito estão errados tais propósitos e atitudes, Pois esta luta comum, minha e tua, tem que ser pela liberdade, De seres o que realmente és: MULHER em toda tua plenitude. Não te iguales aos homens, travestindo-te de rígidos músculos, Não permite que se perca tua doçura, tua paixão, sensibilidade, Sê, ao invés do sol inclemente a pino, a tepidez do crepúsculo, Preserva a qualquer custo teu bem maior: tua doce feminilidade. Realça ainda mais os atributos que te fazem única, obra prima, Sê mãe, irmã, amiga, namorada, companheira, amante, ternura, Sê guerreira, cidadã, força, raça e tudo mais que o amor exprima, Mas não desças ao nível dos homens, deles não assimiles a loucura. Ocupa no mundo o espaço que tua imensa capacidade te destina, Não te preocupes em estar à frente, mas, ao invés, esteja ao lado, Mais valor tem quem bem aconselha do que quem mal determina, Não te juntes a nós, não nos permita continuar fazendo errado. Assim, mulher amada, Vênus, minha musa, pelo tanto que te amo, Por tudo que és, que admiro, reconheço e exalço em minhas poesias, Hoje não é um dia especial, é um dia comum, por isto não declamo, Pois, para mim, de minha vida, a cada segundo... todos são teus dias. LHMignone Enviado por LHMignone em 21/09/2005


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