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CARA A CARA COM SAM - JILMAR SANTOS

SAM MORENO
JILMAR SANTOS
Salve a Bahia!
De todos os Santos de todos os
Tons e de todas as Áfricas.
Como disse: Dorival Caymmi
Quem quiser vatapá que procure fazer.
Primeiro o fubá depois o dendê.
Procure uma baiana que saiba mexer.

S-M: Vamos começar a entrevista?
Biografia:
Baiano de Ribeira do Pombal-Bahia,
resido em Valença-Bahia desde 2009.
Trabalho há sete anos em um provedor
de internet - Suporte de internet
Já fui Ministro da eucaristia e toquei violão
na Igreja Sagrado Coração de Jesus – Valença - Bahia
Bastante tímido, sempre gostei do romantismo, escrevia muitas cartas para as garotas e as conquistavam com cartinhas e bilhetes.
Cinco irmãos minha mãe mora em Pinhalzinho-SC, não a vejo a quatro anos pai mora em Ribeira do Pombal.
Incentivador para continuar escrevendo- Professor de Gramática - Daniel Vícola
Sou dono do blog Do coração para o poema - http://jilmarsantos.blogspot.com/

 

S-M: Quando foi o seu casamento com a poesia?
JILMAR: Foi em agosto de 2016, quando escrevi um poema da castanheira Bertholletia que fora derruba na cidade de Valença-ba.
Ela era a única dentro da zona urbana no Brasil, tinha em média 400 anos e media aproximadamente 50m de altura. Em qualquer lugar da cidade, você era guiado por ela por estar na parte mais alta e pelo seu tamanho. Então o primeiro poema veio através da natureza.

S-M: É verdade que os poetas são semelhantes ao vinho, que quanto mais velhos, melhores são os poetas?
JILMAR: Os velhos ensinam aos novos poetas do século XXI. É muito bonito ver o legado que tem em nosso país de grandes poetas.

S-M: Para você existe a probabilidade de alguém receber visões ou comunicações de pessoas falecidas?
JILMAR: Acredito que sim, hoje não dar pra desacreditar em tudo. Nunca recebi nenhum aviso de quem já se foi, mas quem sabe um velho amigo passe pra dar um Oi.

S-M: Qual o benefício de abrir o coração em vez de fechar?
JILMAR: O coração é mecanismo de espalhar alegria, quando mais aberto, mais amor ele espalha.

S-M: Descreva a diferença entre o pobre e rico?
JILMAR: Existe o pobre rico de coração e o rico pobre de amor. Há pobre que tem tudo (Amor, honestidade, caridade, e paz interior).
Há rico que não tem nada (Nem amor, nem compaixão, nem paz, nem alegria).

S-M: Complete essa frase: Não busquei dialogar, muito menos me contrapor a...
JILMAR: Ao seu veneno destruidor!

S-M: Como é o seu contato com a natureza para recarregar as baterias?
JILMAR: Sou nordestino do sertão baiano, amo tudo que a natureza me oferece. Qualquer coisa que me faça sentir a natureza já carrega a minha bateria.

S-M: Gosta da relação sexual em silêncio absoluto ou prefere ouvir música incendiária? (RISOS)
JILMAR: Sou bem eclético nesse sentido, vou me adaptando ao clima do momento, mas adoro ouvir uma boa música sedutora.

S-M: Exiba o seu dia perfeito quando você não está trabalhando?
JILMAR: Gosto de estar brincando com meu filhão. Sempre vou à praia ficar correndo com ele.

S-M: Quem faria o prefácio do seu livro, Zeus, Vênus ou Thor?
JILMAR: Zeus

S-M: Se pudesse escrever algo para o Juiz Sérgio Fernando Moro, o que seria?
JILMAR: Primeiramente tiraria meu chapéu, depois agradeceria pela contribuição ao nosso país.

S-M: Amar é uma vez só, será verdade ou lenda?
JILMAR: Não acredito em amor único. Amor é uma constante manutenção, se você não faz revisão, uma hora ele emperra. Temos a capacidade de amar quantas vezes quisermos, é só deixarmos nos permitir.

S-M: O toque retal é uma metodologia no exame da próstata, você concorda que o preconceito ainda é a pior opção.
JILMAR: A maioria dos motoristas e motoqueiros só usam cinto e capacete porque é uma lei OBRIGATÓRIA, ou seja, não pensam nas suas vidas, sendo assim, ainda existe esse preconceito com o exame de toque. Um dedo pode salvar milhares de vidas.

S-M: A vida foi nos levando. Quer dizer, não sabemos se a vida nos levou ou se a gente atraiu as coisas... Poeta Jilmar como obter essa resposta?
JILMAR: Só sei que o tempo passa de pressa demais. De repente cheguei aos 33 anos, alguns objetivos conquistados e outros ainda por virem.

S-M: O que seria para você um oásis no meio do deserto?
JILMAR: Seria um recomeço.
É preciso enfrentar algum deserto em nossa vida em um determinado momento.

S-M: Como você vê o visível crescimento dos protestos com adesões nas principais cidades do Brasil?
JILMAR: É preciso colocar em prática o ditado (A voz do povo é a voz de Deus), mas, infelizmente, essa última manifestação que teve, a população se mostrou ao contrário. Eu, por exemplo, não usei meu carro durante toda manifestação, não me submeti às filas enormes e a alta do preço da gasolina com preços além do normal que os donos de postos puseram.

S-M: Como você descreveria sua infância?
JILMAR: Eu tive uma infância muito feliz, não precisava de muita coisa, só dos amigos e das brincadeiras inventadas.

S-M: Qual sua opinião sobre os aproveitadores, verdadeiros vigaristas, que pregam outro evangelho? Não são os pastores que Cristo queria?
JILMAR: Muitos pregadores estão muito longe cumprir o que Cristo queria. A palavra não é só pra ser semeada dentro da igreja. Os verdadeiros necessitados passam despercebidos lá fora enquanto muitos enchem os bolsos.

S-M: Você tem interesse em conhecer melhor a sua Psiquê?
JILMAR: Quando mais nos conhecemos, melhores seremos.

S-M: O que passaria pela sua cabeça se uma mulher insinuante e, super-carente te convidasse para um café?
JILMAR: Adoro café, mas no momento seria só um café (RISOS)

S-M: Gosta de cutucar a onça com vara curta?
JILMAR: Sou bem calma, prefiro ficar na minha.

S-M: Qual é a coisa de que mais se arrepende?
JILMAR: De não ter focado nos estudo bem mais cedo.

S-M: No confessionário: Suas noites na alcova são inexistentes, ou rende notáveis folguedos?
JILMAR: Dos momentos de insônia aos bons momentos de prazer, elas sempre redeem.

S-M: Dos sete pecados capitais destaque um imprescindível para sua pessoa?
JILMAR: Gula

S-M: Qual foi o momento mais feliz e, o mais complicado que teve?
JILMAR: O mais feliz foi o nascimento do meu filho Pedro.
O pior foi estar longe do meu filho por 2 anos, podendo vê-lo uma vez por mês, foi aí o começou o primeiro deserto da minha vida, noites de insônia etc.

Um pedido clássico do Cara a Cara...
Faça sua leitura nessa imagem!

O meu caminho ainda está escuro,
Mas busco uma luz de salvação.
Sozinho eu sei que não estou,
Pois sei que existe um
Deus em meu coração.

 

  

 

Música de fundo
Vento no litoral - legião urbana

Deixe as suas considerações
Agradeço a oportunidade
De estar participando Desta entrevista
CARA A CARA COM SAM.
A CPP foi o meu oásis no deserto
Em noites de Solidão.
Aprendi muito e ainda aprendo
Com todos vocês da CPP.
Talvez eu tivesse parado
E me estagnado no
Deserto, mas a CPP é
Um manancial de coisas boas.
Obrigado!

Mais uma vez gostaria de
Agradecer ao Poeta Jilmar,
Pela honra em nos conceder
Essa entrevista.
Obrigado e boa sorte junto
Aos seus familiares!

Abraços hollywoodianos
Até a próxima entrevista!

 

Saiba mais…
CPP