Poesias

A Canção Advém do meu Verbo!

Resultado de imagem para gif canção interior

O princípio está no final dos meus versos.

A poesia não oprime o peito: escancara-o!

Minha canção advém do meu verbo...

Se emudeço, me falta algo além de mim,

asfixio-me, reluto em firmar minhas forças,

abdico das horas válidas dedicadas ao sonho.

Taciturno, rascunho ideias, utopias encrespadas,

rabisco linhas que me escutam, me despem

e minha nudez se reflete no metal que retine

em minha mente sequiosa do ritual do meu cântico.

 

 

 

 Rui Paiva

Enviar-me um email quando as pessoas comentarem –

Para adicionar comentários, você deve ser membro de Casa dos Poetas e da Poesia.

Join Casa dos Poetas e da Poesia

Comentários

  • Com certeza iremos decodificar muito ainda o menestrel. Um poema combinando com a sua grandiosa personalidade. Cumprimentos!

    • Obrigado pelo carinho e a visita, Sam!
  • "O princípio está no final dos meus versos." Realmente, emudecer para o poeta é o vazio asfixiante, quando  fica a "mente sequiosa do ritual do cântico."

    Creio, Rui, que o seu canto expressa uma verdade sua e de todos nós que escrevemos. Verso é o Verbo consagrado!

    Linda obra!

    • Amigo e poeta Edvaldo Rofatto: tua leitura minuciosa de meus textos, feita com tanto critério e particularidades intrínsecas, muito me enobrece e me estimula!
  • A canção advém do verbo e é poesia pura! Lindo! bjs

  • Como diria Neves: poetazo!
    Amei seu poema. Que canto sublime!
    Bjs!
    Nina.
This reply was deleted.
CPP