A EVENTUALIDADE DA VIDA ORDINÁRIA

O tédio mora dentro da minha jaqueta de brim. O pátio, o escritório ou a luz da criação são como paradigmas que migram dentro dos meus neurônios,

Existem coisas estranhas, como espaços entre fragilidades e medos, onde o nada me acorda na madrugada com seu olhar insaciável, cobrando novas realidades,

A eventualidade da vida é ordinária como uma piada abstrata e cheia de circunstâncias. O mundo me observa enquanto destila seu doce veneno,

Meu corpo é feito de carne e metáforas, de canções dos anos oitenta e socialismo disfarçado de filosofia barata. Sou o que vem depois do estado de ânimo, algo tranquilo e quase suave, bondoso e tímido, algo que carrega a multidão do vazio.

Diego Tomasco.

Ortografia corregida por IA 

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Diego Tomasco

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