Ao Nascer o Dia, a Ausência....
Olhando para o sol findar a tarde,
com o arrebol dourando todo o chão,
não há como reter a bela saudade
que chega lentamente ao coração.
Enquanto morre o dia, as lembranças
vagueiam para o último entardecer,
em que os meus sonhos ganharam esperança
de que um novo amor iria aparecer.
E o sonho se fez em realidade,
tendo o amor como palco vivo
dos momentos em que a felicidade
fez-me caminhar por um bom motivo.
Jamais pensei que tão breve seria,
que a vida mudaria a minha história,
levando-o de mim ao nascer o dia,
enchendo de ausência minha memória.
Márcia Aparecida Mancebo
Comentários
Ave, minha amiga e poetisa Márcia. Sempre é bom falar da saudade que nem sempre nos traz tristeza.Às vezes lembranças boas que a mem´ria não deixa partir. Ab
Saudações das Sagas! Profundo e poético.... Ausência e as decadências... Abraços
As ausências sentidas rendem belas poesias. Parabens
Obrigada, Lilian!! Bjs
Márcia
não conseguimos saber sobre a vida
os momentos de hoje amanhã pode não ser mais
um amor que parecia duradouro pode viajarmuito além da nossa compreensão
só resta continuar seguir em frente
um versar reflexivo
um abraço
Obrigada, Davi! Um abraço
Parabéns prezada Poetisa Marcia por tão linda Poesia...
A ausência pode ter muitas nuances em nossos sentimentos e na Poesia.. São lembranças e sonhos ganham esperanças de um novo Amor.
A ausência, enfim, ganha outro sentido não esperado da vida
Nossos abraços fraternos amiga Poetisa Marcia
Obrigada, Antônio! Um abraço
Márcia, um poema marcado pela saudade e pela delicadeza da memória. Gostei muito do contraste entre o entardecer, que traz as lembranças, e o nascer do dia, que chega carregado de ausência. Um poema muito sensível.
Obrigada, Maurício! Um abraço