Poesias

ETERNIDADE



A vida do poeta é de uma estranheza sem fim
É um fingir de dramas, lágrimas, risos_ Confusão!
Ah, como a alma do poeta é intensa_ Imensa
Chora copiosamente e gargalha com loucura.

Para o versejar do poeta não há meios termos
Se dorme se esquece; há quem diga que desfalece
Se acorda, versa rimas, cânticos numa profusão
transloucada, como à dar seu último suspiro.

A vida é a musa do poeta. Toda beleza e todo pesar
Se te falta inspiração se aquieta,sem rir ou prosear...
Mas quando as palavras retornam, ah, quando voltam!
Há festa na caneta e no papel; goza o poeta em cada verso!

Mas o reino do poeta é vivenciar em júbilo o amor...
O amor incontido, louco, desmedido em cada pulsar sublime
E em seu nome ele canta, se rende, se enreda, tornando-se
seu bardo cantante_ Vulnerável e terno.

E a poesia se banqueteia
Eternidade... 

Elisa Salles 
(Direitos autorais reservados)

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Comentários

  • Cara Elisa, que talento, que inspiração, ao descrever com singular maestria a "vida do poeta". Ficamos banqueteados, saciados de excelsa beleza ao ler teu exuberante versejar. O tempo se eterniza em nossa alma ao ler tua belíssima poesia. Parabéns.
  • A poesia é eterna; como eterno é o amor; é a linguagem da alma;

    o poeta transmite ao seu leitor, sentimentos vários, com os quais ele se identifica!...

    MINHA ETERNA POETISA...APLAUSOS;

    FICOU UM ARRASO SEU POEMA!...

  • Nossa!!! Que primor, encantada! APLAUSOS MIL!!! Parabéns!

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