Poesias

PUNGENTE PESAR

Pranteiam os versos na aflita noite,
Despeito coração dolente,
Cerra meus olhos casta morte,
E declina do meu peito estas lágrimas,
Contrição abrasada que me tortura.
Dos meus lábios verte o fel,
Fado purpúreo da minha boca,
Mordaça rouca do meu lamento,
Acrisolado aljofre chameja,
Intrínseco porvir escusa.

Sirlânio Jorge Dias Gomes

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Sirlanio Jorge Dias Gomes

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Comentários

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  • Adm

  • Parabéns poeta!
    Abraços
  • Assim como o amor declama...a dor clama.....

    Parabéns amigo Sirlanio. Abçs.

  • Caro Sirlanio, meus parabéns pela inspirada obra poética. Marcos.

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