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Vamos festejar a Primavera!

Terceiro Capítulo da 2ª Antologia Poética da

Casa a ser lançada no ano de 2017, editada nas mesmas condições

da Antologia do Sarau de Aniversário.

O Sarau das Margaridas ficará vigente pelo período de 01 a 15/11/16.

Tema:  Na paz do teu abraço

Cada poeta pode participar com 2 obras inéditas

Máximo de 25 versos --- Mínimo de 7 versos

Boas composições!

Participem!

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Respostas

    • Ok. Obrigada!

  • NA PAZ DO TEU ABRAÇO...

    Quando você me abraça

    Sinto-me em paz, acolhida protegida

    Sinto-me forte, ai posso caminhar.

    Sem medo sem receios, pois sei que tenho.

    Um amigo companheiro que esta sempre

    Há me esperar com os braços abertos.

    Assim desejo estar sempre em teus braços

    Sinto a paz que tanto necessito para viver

    Em paz e com um sorriso a cada amanhecer,

    Há cada anoitecer.

    Eudalia Martins

  • Na paz do teu abraço

     

    Ainda que me embriago nas palavras

    me afogo nas lágrimas das emoções

    choro a ignorância do não saber

    doce sonho

     

    me afogo no leite da mulher amada

    embriago no desejo descontrolado

    sonho penetrar no seu pensamento

     imploro um olhar e um sorriso

    da mulher que vive suas fantasias

    Vivo na paz do teu abraço

     

    Autoria: José Hilton Rosa

    • Olá Safira! muito obrigado pelo belo trabalho de diagramar minha poesia. Linda arte.

      J.Hilton

  • Gentileza da minha amiga Safira!

    • Grato, Safira! Ter a sua arte final é um privilégio imenso. (Sua ausência foi notada e sentida: muito bom vê-la de volta!)

  • POSSE

    Bem me quer, mal me quer…
    Cobria-se de dúvidas um tempo de paz.
    O que nos reservaria o futuro?

    Quisemos reter o que era livre
    E prendemos com alfinetes, em quadro de vidro,
    Borboletas roubadas das pétalas do ar.

    Um abraço estendera estrelas no chão,
    Céu de flores solares ao alcance das mãos.
    Desatamos nossos braços para a colheita.

    Agora que o pólen das margaridas
    Tingiu nossos dedos ávidos de tesoura,
    Mais valeria o pulsante jardim que a fúnebre coroa.

    (E. Rofatto)

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