“DÉJÁ VU”

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“DÉJÁ VU”

Soluça a tarde... A noite se aproxima prenhe de esplendores!
A imensidão, de prata engalanada, reflete uma luz sem par...
Das estrelas, no etéreo manto, diz-me a Deusa dos Amores
de que voltaste do “Olimpo” na carruagem do luar!

Por que foges de mim? Onde estás que não escutas meu cantar?
Ah! em que Arquitetura escondes teus fulgores!
Soluça a tarde... A noite se aproxima prenhe de esplendores!
A imensidão, de prata engalanada, reflete sua luz sem par ...

Por que m!alma é tão inquieta, tão prenhe de ardores?
Por que teima o inconsciente, dentro do peito, a relembrar,
qual “dèja vu”, os teus olhos multicores?
Por que não vens me amar? - Digas tu, Musa milenar!
Soluça a tarde... A noite se aproxima prenhe de esplendores!

Nelson de Medeiros

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