PROPOSTA
Esta oficina destina-se à composição de poemas sobre palavras deixadas aleatoriamente.
Regras
1. Todos os membros podem participar.
2. Ficarão em tela 4 palavras aleatórias para composição.
3. O participante deve compor nas palavras em tela e ao postar seu poema, deve deixar outras
4 palavras para o próximo participante.
4. Os poemas criados devem ser postados em texto escrito, sem arte, na caixa de resposta principal da oficina.
5. É permitido comentários de apreciação sem imagens nos textos.
Boas inspirações!
Respostas
Palavras em tela: alvoroço, senhoril, incrédulo, perfil
Atualidade
Ó vida que vivo de oscilações constantes
Ora me vejo no abismo, ora estou no Olimpo
A queda que vem dos nossos fracassos
Não diminui a visão dos sonhos e objetivos
Tem que ser aguerrida e mostrar coragem
Agruras que nos tornam mais resistentes
A luta pela sobrevivência é algo instintivo
Trazemos na alma resquícios de tempos idos
A sociedade moderna é excludente e competitiva
Quem deseja viver de forma simples, grande utopia!
A vitória é algo que é sempre cobrado e valorizado
Se estamos receosos ou hesitantes, somos cancelados
Lilian Ferraz
01/04/2026
Deus é bom, sempre!🙏
Lilian, você transformou “queda, luta, coragem e vitória” em pura verdadeSeu poema é forte, real e cheio de resistência.Mostra que cair faz parte, mas seguir em frente é escolha de quem tem coragem.Parabéns pela intensidade e pela mensagem tão verdadeira. 🌿✨
Muito linda sua Poesia e desafio cumprido com muita criatividade e Inspiração.
Parabéns amiga Poetisa Lilian por mais esta publicação
Palavras em tela:
Queda – Luta – Coragem – Vitória
A Guerra Que Ninguém Vê
Se o mundo aprendesse
a ouvir o coração,
talvez não existissem guerras.
Nem destruição
rasgando destinos,
nem trevas
habitanto o que é humano.
As perdas…
seriam menos ausentes,
menos abruptas,
menos eternas.
Mas a verdade pulsa:
a maior guerra
não acontece no mundo
ela nasce dentro.
Entre ferir ou acolher,
entre julgar ou entender,
entre erguer muros
ou construir pontes invisíveis.
Há batalhas silenciosas
que moldam o amanhã,
travadas no íntimo
de cada existência.
E é ali…
nesse território invisível,
que tudo começa.
Se o amor vence,
a paz floresce.
Se a empatia cresce,
a luz permanece.
Se o cuidado desperta,
as sombras se desfazem.
Porque o mundo
é apenas reflexo
do que carregamos por dentro.
E talvez…
a verdadeira revolução
não esteja em lutar lá fora
mas em desarmar,
com coragem e ternura,
a guerra que habita em nós.
Therezinha Sant'Anna
Palavras em tela
Guerras- destruição- trevas- perdas
Palavras em tela
Guerras- destruição- trevas- perdas
AS TREVAS MENTAIS
Houve ha loucos dominantes
Uns e outros mil louros buscando.
De louvores carentes em vão seguem.
Tanta carne para canhão dizia-se antes
Hoje os nomes das armas têm números e letras
Sao codificados sem significado
Falam em milhares de milhões
Sem respeito por nada, nem à grandeza histórica,
Nem a grandeza heróica de antigos povos
Tão Antigos ...quase como o mundo...
Pobre ignorância dos ignorantes!
Sabem muito mas só de Economia,
Fazem guerras ...mas desconhecem as tácticas
Ignorantes de humanidades, Da Humanidade,
Não contam as perdas humanas, só as perdas milionárias...
Pulverizar, pulverizar pulverizar...
Cimentos madeiras vidas humanas...
Nada tem importância!
A destruição tem sabor a pó e sangue .
O sol e a lua não rompem as trevas
Trevas de louco
Prezada Poetisa Chantal
Sua poesia é um grito lúcido e forte contra a cegueira humana.
Com palavras expressivas e inquietantes, se revela que as maiores trevas não estão no mundo, mas na mente que banaliza a vida e contabiliza apenas cifras. Há dor, denúncia e verdade em cada verso é um retrato cruel, porém necessário, da desumanização provocada pela guerra.
Um poema forte, consciente e profundamente humano.
Abraços fraternos amiga Poetisa Chantal.
Esteja sempre bem
Guerras fatais
Há tão pouca solicitude
Por parte de governo sem atitude
Não valorização da vida, ilude
Provocando guerras, amarguras
Muitos tudo perdem, quantas agruras
Decepções, almas cheia de fraturas
Sem soluções, seguem combates
Mundo perde muito nos abates
Amarguras ficam, traumas e embates
Sem solicitude não há fraternidade
Um mundo perverso, sem qualidade
Só vale capital, nada de felicidade
Vida de tristeza, guerras insanas
Decanato Poético
3 tercetos rimados mais um verso livre
Criação Norma Silveira
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