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Oficina I - Desafio Poético sobre palavras aleatórias

PROPOSTA

Esta oficina destina-se à composição de poemas sobre palavras deixadas aleatoriamente

Regras

1. Ficarão em tela 4 palavras aleatórias para composição.

2. O participante deve compor nas palavras em tela e ao postar seu poema, deve deixar outras 4 palavras para o próximo participante.

4. Os poemas criados devem ser postados na caixa de cima.

Boas inspirações!

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Respostas

  • Servos da libido.

    No estertor diáfano e extremo do prazer
    Quando o silêncio é o único dialeto
    O gozo faz o corpo espasmar-se, estremecer,
    Em acrobático movimento epilético.

    Amantes subalternos a força do desejo
    Reféns do instinto, servos da libido,
    Comungam o prazer entre saliva e beijo,
    E o cio os leva além do permitido.

    Nesse momento o sexo é sublimado
    Que seu jogo de malícia e safadeza
    Isenta os amantes de qualquer pecado
    Porque estão revestidos de real pureza.

    Entre quatro paredes nada é proibido
    O burocrático não faz parte dessa cena
    Os amantes que pelo cio estão ungidos
    Burocracia não tem lógica, é obscena.

    Marsoalex – 10/12/2018

    • Sem palavras.. Boquiaberto.. Fantástica. Minimizei-me!!! Rsrsrsrsrs

    • Obrigado! Afagou  o coração da poeta!

    • Dizer o quê? Magistral composição! Foste além do  esperado pelo desafio. 

  • Palavras em tela: Epilético; Subalterno; Safadeza e Burocrático

  • Sonhos e devaneios

     

    Provavelmente minha poesia não lhe chame atenção.

    Visto não confirmar serem verdadeiros meus anseios.

    Improvável o beijo que lhe furtei em sonho; sou ladrão...

    não se tornará realidade; existirá em seus devaneios.

     

     

    Em sonho, tudo ocorreu sob tenros jatos de orvalho

    onde nossos corpos se entrançavam humedecidos.

    Não havia leito de pedra, leito de mato ou de cascalho

    que impedisse de nos amar torridamente ensandecidos!

     

     

    Mesmo não havendo - quem presenciasse - testemunha

    que pudesse validar, no sórdido sonho, nossa presença,

    rasgamo-nos de amor e prazer com as próprias unhas.

    O válido é que será um segredo só nosso; sem audiência.

     

     

    E mesmo que, em êxtase, você se debatesse absurdamente

    e começasse a passar mal com um severo ataque de asma,

    eu sugaria suas forças amando com força ininterruptamente;

    depois desapareceria enigmaticamente como um fantasma!

     

     

     

    Professor Talvanis Henrique

    Em 09/12/18 – 12:45 – Carmópolis/Sergipe/Nordeste

    • Poema fantástico! Adorei a cadência e ritmo dos versos. Parabéns

    • Obrigado Lilian Ferraz, fico extremamente feliz quando algum leitor de gosto refinado e conhecedor de poesias elogia minhas produções!

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