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Oficina I - Desafio Poético sobre palavras aleatórias

PROPOSTA

Esta oficina destina-se à composição de poemas sobre palavras deixadas aleatoriamente

Regras

1. Ficarão em tela 4 palavras aleatórias para composição.

2. O participante deve compor nas palavras em tela e ao postar seu poema, deve deixar outras 4 palavras para o próximo participante.

4. Os poemas criados devem ser postados na caixa de cima.

Boas inspirações!

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Respostas

    • Muitíssimo grata Marso,pela atenção e sempre com as maravilhosas formatações. Bjs

       

    • Ficou show,Lilian! Parabéns!

  • Palavras em tela: Inolvidável, penitência, dessangrada, galáxias

  • Chama viva.

    O teu amor vive, em mim, tão entranhado,
    No pensamento, no sonho, na emoção,
    Está, também, no meu corpo tatuado
    É forma e cartilagem do meu coração.

    Ele, às vezes, é um sentimento tão abrupto
    Quando se mostra e se impõe na força desejo
    Me invadindo e se tornando absoluto
    Pra me ensinar que é alimento em cada beijo...

    Ele é o porto cardeal que norteia os meus passos
    É brilho e luz que clareia a minha estrada
    É uma teia de ternura que me envolve em seus laços
    Dando sentido à toda minha caminhada.

    Titânico, audaz, mas quando se sublima
    Me envolve totalmente num halo de ternura
    E eu, aternurada, me sinto tão menina
    Vestida na pureza de sua candura.

    E essa chama viva desse fogo intenso
    Que a gente  só sente quando a gente ama
    Foi tu que despertaste esse amor imenso
    Que está além do sexo e muito além da cama.

    Marsoalex  - 18/12/2018

    • LINDO LINDO PARABENS 

       

    • FORMATAÇÃO BELISSIMA 

    • Meus parabéns! Desafio feito, desafio cumprido, poetisa.

  • Palavras em tela: Cartilagem, Abrupto, Cardeal e Titânico.

  • A metamorfose e o tempo

     

    Tem dias que amanheço meio que multifacetado,

    lembrando de outros velhos tempos, que nostalgia...

    Tempo de ontem; anteontem ... dum longo passado

    aonde me travestia em centenas; milhares de alegorias.

     

    Lembro-me que me julgavam pelos meus atos risíveis.

    O que me deixava sistemático; abalado e inconstante.

    Eu gritava, pulava e rasgava todas fantasias terríveis

    e não estava nem aí para quem me achasse deprimente.

     

    Continuei irredutível, inabalável, totalmente inexorável!

    Passei momentos dentro do meu eu; imune à perturbação.

    Após alguns dias, sem perceber me vi meio que deplorável:

    Largado as traças, entregue a cachaça; um refém da solidão.

     

    Como tudo que me machuca, também me aquebranta,

    mesmo sendo estudado por todo o ramo da psicologia.

    Renasço das cinzas, vencedor, é o que de fato me acalanta,

    sinto-me forte, invencível, mesmo que eu seja uma anomalia.

     

     

    Professor Talvanis Henrique

    17 de dezembro de 2018 – 22:42 – Carmópolis/Sergipe/Nordeste

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