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Oficina I - Desafio Poético sobre palavras aleatórias

PROPOSTA

Esta oficina destina-se à composição de poemas sobre palavras deixadas aleatoriamente

Regras

1. Ficarão em tela 4 palavras aleatórias para composição.

2. O participante deve compor nas palavras em tela e ao postar seu poema, deve deixar outras 4 palavras para o próximo participante.

4. Os poemas criados devem ser postados na caixa de cima.

Boas inspirações!

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Respostas

    • Dizer o quê? Magistral composição! Foste além do  esperado pelo desafio. 

  • Palavras em tela: Epilético; Subalterno; Safadeza e Burocrático

  • Sonhos e devaneios

     

    Provavelmente minha poesia não lhe chame atenção.

    Visto não confirmar serem verdadeiros meus anseios.

    Improvável o beijo que lhe furtei em sonho; sou ladrão...

    não se tornará realidade; existirá em seus devaneios.

     

     

    Em sonho, tudo ocorreu sob tenros jatos de orvalho

    onde nossos corpos se entrançavam humedecidos.

    Não havia leito de pedra, leito de mato ou de cascalho

    que impedisse de nos amar torridamente ensandecidos!

     

     

    Mesmo não havendo - quem presenciasse - testemunha

    que pudesse validar, no sórdido sonho, nossa presença,

    rasgamo-nos de amor e prazer com as próprias unhas.

    O válido é que será um segredo só nosso; sem audiência.

     

     

    E mesmo que, em êxtase, você se debatesse absurdamente

    e começasse a passar mal com um severo ataque de asma,

    eu sugaria suas forças amando com força ininterruptamente;

    depois desapareceria enigmaticamente como um fantasma!

     

     

     

    Professor Talvanis Henrique

    Em 09/12/18 – 12:45 – Carmópolis/Sergipe/Nordeste

    • Poema fantástico! Adorei a cadência e ritmo dos versos. Parabéns

    • Obrigado Lilian Ferraz, fico extremamente feliz quando algum leitor de gosto refinado e conhecedor de poesias elogia minhas produções!

  •  

     

  • Palavras em tela: Improvável, cascalho, audiência, fantasma

  • Como uma lenda.

    O invólucro do amor é o coração
    Pra outro lugar ele não se transporta
    A sua exacerbada e incontida emoção
    Só o coração aguenta e comporta.

    Mesmo, quando, às vezes, aturdido,
    Pela força que lhe envolve, lhe arrasta,
    Que lhe deixa, deveras, surpreendido
    Pelo tanto que se doa e não se gasta.

    Sentimento abstrato, mas maciço
    Que tem peso e leveza ao mesmo tempo
    Que se entrega, mas que nunca é submisso
    Que é fome de si mesmo e, alimento.

    Por isso é sentimento coronário
    Que se faz sangue, corre pelas veias...
    Corre no corpo como as contas de um rosário
    Que, entre os dedos, a fé tece suas teias...

    E quando o amor se faz sonho e vida
    Construindo o nosso chão com a fantasia
    A nossa história em sua história envolvida
    Vai ser o livro pra se ler dia após dia
    Como uma lenda recontada, revivida.

    Marsoalex – 28/11/2018

     

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