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Oficina I - Desafio Poético sobre palavras aleatórias

PROPOSTA

Esta oficina destina-se à composição de poemas sobre palavras deixadas aleatoriamente

Regras

1. Ficarão em tela 4 palavras aleatórias para composição.

2. O participante deve compor nas palavras em tela e ao postar seu poema, deve deixar outras 4 palavras para o próximo participante.

4. Os poemas criados devem ser postados na caixa de cima.

Boas inspirações!

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Respostas

    • Marsoalex, aqui está

    • Que pena!

      Nosso idílio foi blefe perfeito.
      Jamais pensei ser enganada assim,
      Agindo dessa maneira, desse jeito,
      Será muito triste o teu fim…

      Feristes o meu coração..doeu!
      Com adaga transpassastes minh' alma,
      Fazendo que deixasse de ser Eu.
      Aquela que ao te abraçar te traz calma.

      Naufragada no mar, tanta incerteza,
      Derramando lágrimas de saudade
      Aos poucos morro de infinda tristeza.
      Ver reprisado o amor, minha verdade!

      Que pena, terminarmos tão sozinhos!
      Fiz de tudo pra não ter adversário,
      Triste fim, cada um em diferente caminho
      Cabisbaixo, como pobre corsário.
      Márcia A Mancebo
      (05/01/19)

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  • Palavras em tela: Adaga, blefe, reprisado,corsário

  • Essência de viver.

    No contingente da minha emoção
    Só o amor preenche todos os espaços
    Só nele cabe toda a minha solidão
    Só ele me carrega em seus braços.

    E, mesmo que pareça fictício
    Ele é minha mais pura realidade.
    Só ele tem todos os artifícios
    Pra transformar o fictício em verdade.

    Embora nos reveses do caminho
    Ele, às vezes, fique meio danificado,
    Mas basta um olhar terno, um carinho
    Para ele de qualquer dano ser curado.

    E a sua pulcra força transformante
    Me mantém adubada no prazer
    E é em seu néctar salutar, edificante,
    Que eu retiro a minha essência de viver.

    Marsoalex – 05/01/2019

     

  • Palavras em tela
    Contingente/ Fictício
    Danificado/ Pulcra

  •  

    Caminho

    Perdida em sonhos na estrada da vida,
    Fiz decolagem para outra paisagem
    com pouso certo à felicidade.
    Precisei ter demasiada coragem.

    No trilhar senti viver realidade.
    Nua e crua com fluxos escuros
    Sem nada atraente, sem sonoridade
    Ao olhar para o passado, vi, o futuro.

    Na vida, tudo é, imprevisível.
    O que acontece de inesperado
    sobressalta, amedronta na hora;
    cega, estremece é sensível.
    Com o espanto aceita-se a verdade.

    No ápice da aceitação, o medo impera,
    A hesitação é a agonia esperada,
    O corpo aos poucos supera
    a mente entende que não é nada,
    que o susto vai passar e vem a calma
    que é o repouso absoluto da alma.

    A felicidade aponta o caminho
    com flores se abrindo e aromatizadas
    Se descobre então, o segredo sozinho
    na beleza das manhãs orvalhadas.
    Márcia A Mancebo
    05/01/19

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