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Oficina I - Desafio Poético sobre palavras aleatórias

PROPOSTA

Esta oficina destina-se à composição de poemas sobre palavras deixadas aleatoriamente

Regras

1. Ficarão em tela 4 palavras aleatórias para composição.

2. O participante deve compor nas palavras em tela e ao postar seu poema, deve deixar outras 4 palavras para o próximo participante.

4. Os poemas criados devem ser postados na caixa de cima.

Boas inspirações!

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Respostas

  • Paraíso.

    Um pequeno Cambuí me chama atenção
    Não sou botânico, mas gosto das mirtáceas
    Ou de qualquer planta que exista nesse chão
    Das frutíferas, das murtas, das glumáceas.

    Eu sou assim porque nasci no mato.
    Caipira eu sou com muito orgulho!
    Embora esquecido, em anonimato,
    Mas, minha vida, direitinho, eu debulho.

    Não tenho patrão nem sou empregado
    Vivo do da terra, dela eu tiro meu sustento
    No meu pedaço de chão estou plantado
    Sou coronel do meu próprio alimento.

    E esse namoro que há entre a terra e eu
    Que qualquer um que olhar vai perceber
    Que essa terra é meu mundo é meu céu
    Que alcancei o paraíso antes de morrer

    Marsoalex – 10/01/2019

     

  • Palavras em tela: Cambuí; Caipira, Coronel, Namoro

  • Selvagem

     

    Lembrar de nós dois sob a cachoeira e desnudos,

    É imaginar o quanto podemos repetir nossas façanhas...

    Fantasias de amor sobre as fronteiras dos absurdos;

    Entregar-se e nos rasgar até as últimas entranhas,

     

    As águas, oscilantes, fugindo pelo córrego proceloso

    E eu, horizontal, sobre as pedras a lhe amar intensamente...

    Querendo-lhe extrair, mansamente, um gozo impiedoso

    Enquanto você ronrona aos meus ouvidos felinamente.

     

    Enquanto isso, os animais assistem nossa desfaçatez

    E eu a pedir: - Cobre-se... Esconda o corpo; que audácia!

    E você retrucando: - Deixe-me em paz! Exporei minha nudez!

    Então volto, verticalmente, a te amar sem qualquer falácia.

     

    E sem dó nem piedade possuo-lhe, totalmente, empedernido

    Sem demostrar qualquer tipo de dó, lamúria ou arrependimento.

    Ao final, em completo espasmos, estarei deveras, deprimido

    Por minhas falhas vislumbradas por Deus lá do firmamento.

     

     

     

    Professor Talvanis Henrique – Carmópolis/Sergipe/09/01/19 – 22:28

    • Ficou espetacular!

  • Aguarde-me!!! Rsrsrsr

  • Danada! Arrrrrrreeebentou!

     

  • Palavras em tela: Entranhas, proceloso, desfaçatez, empedernido

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