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Oficina I - Desafio Poético sobre palavras aleatórias

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PROPOSTA

 

Esta oficina destina-se à composição de poemas

sobre palavras deixadas aleatoriamente.

Regras

1. Ficarão em tela 4 palavras aleatórias para composição.

2. O participante deve compor nas palavras em tela

e ao postar seu poema, deve deixar outras

4 palavras para o próximo participante.

4. Os poemas criados devem ser postados na caixa de cima.

 

Boas inspirações!

 

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Respostas

  • Palavras em tela:

    Ocaso /  indiscretivel./. Crítico/ Opressão

  • Esperança

    Quando a tarde caí lenta… mansa, 
    Meu comportamento muda totalmente
    Uma paz infinda do céu me alcança:
    Viajo nesse estado plenamente.

    Entro em estesia pela compreensão
    da natureza em total harmonia.
    Enquanto, o sol se despede a emoção
    faz com que eu sinta tamanha alegria;
    Que comovida, acelera o coração.

    Uma empatia imensurável e bela,
    O horizonte tinge todo o céu.
    Parece que ao longe vejo uma tela:
    Meus pensamentos flutuam ao leu.

    Minha mente vagueia a pensar:
    Será que no juízo final, no meu julgamento:
    Poderei dessa beldade desfrutar
    Será que hei de contemplar esse momento?
    A esperança e a fé me leva acreditar:
    Que o Pai Celestial de braços
    abertos irá me esperar!
    Márcia A. Mancebo
    (18/10/

  • Palavra em tela: Comportamento/ Compreensão/ Empatia/ Julgamento

  • VIAJAR EM PENSAMENTO

    Bom deixar livre o imaginário

    Deixar o pensamento voando

    Sem preconceito, ir pensando

    Não importa qual o cenário

     

    Escrever é sempre produtivo

    Sem prédica, nem intervenção

    Deixar cair livre a inspiração

    Sem censura ou outro motivo

     

    Deixar o assombro fluir

    Das pessoas que vão ler

    Vários modos de interpretar

     

    O que vale é fazer sorrir

    Deixar a alma livre correr

    Da maldade se afastar

     Norma Ap Silveira de Moraes

    17/10/19

     

  • Palavras em tela 

    Imaginário/  produtivo/ prédica/ assombro

  •  

    Refém 

    A noite adentrou e trouxe a voraz solidão
    O silêncio faz – me sentir tão deprimida
    No canto isolei- me para introspecção
    Tentando encontrar paz...uma saída.

    Quem sabe, pensando poderei
     entender 
    esse mal arguto que me devora
    que me chibata, me traz o sofrer
    Chega, adentra escolhe a hora
    para que a noite faça - me perecer.

    Oblíquo, torto, sem forma apropriada
    O pensamento procura compreensão
    Enleia a embriaguez  da madrugada
    E meus braços embalo a solidão.

    A saudade cizânia me desorganiza
    Chego a concluir que é destino
    sou refém da lembrança que agoniza
    no meu coração ainda menino
    Márcia A. Mancebo
    17/10/19

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