O Canto do Amor
Meus sonhos desenho em folhas abertas,
E neles bordo o brilhar dos sentidos,
Introduzindo uma palavra certa,
Pra que, no silêncio, o amor seja ouvido.
Com a minha alma tocando universos,
Sinto o tempo passar em calmaria;
Vêm à mente palavras e até versos
Prontos, para tecer minha poesia.
Transformando em arte o que me consome:
Eco de luta, doçura e dilema;
Sou figura, buscando sempre um nome,
Cenário vivo da própria cena.
Caminho leve por campos eternos,
Com fé no mistério que me alcança;
Sentindo o roçar do vento tão terno,
Abraço-me à luz da fé e esperança.
Márcia Aparecida Mancebo
03/08/25
&
Ecos do Amor
Teus sonhos em versos vieram tocar,
Como brisa mansa que a vida aquece;
E em cada palavra posso encontrar
Um eco suave que em mim floresce.
Também no silêncio busco guarida,
Na voz do sentir meu canto desperta;
O amor se revela em formas da vida,
Na essência singela que o coração acerta.
Unimos caminhos no sopro da poesia,
Entrelaçando esperança e ternura;
No horizonte brilha a mesma harmonia,
Que nos conduz à fé, pura e segura.
Therezinha Sant’Anna
18/08/25
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