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Regras 

 

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1. Todos os membros podem partiicpar.

 

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2. Todos os textos devem ser postados na caixa de comentário principal abaixo e sem formação.

 

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3. As composições devem ter corelação com a imagem proposta.

 

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4. É permitido comentário nas obras.

 

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5. A prosa poética deve ter, no máximo, meia lauda.

 

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Boas

composições!

 

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Respostas

  • Sandra, aqui serão postadas prosas poéticas de janeiro/ Fev/ março Na caixa de resposta acima

  • Por favor, quanto é "meia lauda"?

    • Suzete, minha prosa tem 7 parágrafos.

      Pode escrever até 200 palavras. 

       

  • Comunhão

    Essa comunhão entre o homem e as aves demonstra gestos de afeto. Enquanto o mar murmura canções ao chegar à areia, as aves se aproximam do ancião como quem oferece carinho.

    O velho estende a mão aos pássaros como quem pede proteção, pois sabe quão curta é a vida, e todo momento ativa a memória, deixando lembranças.

    Não são oferecidos aos pombos alimentos, mas um braço para que pousem e satisfaçam a emoção sentida pelo homem. Nesse encontro, o coração acelera e as memórias vêm à tona.

    O velho anseia aproveitar o dia ensolarado para ouvir o barulho do mar e os pássaros que por ali voam num gesto grácil.

    Ceia farta de doçura: alimentos que adoçam a alma de quem já viveu momentos inusitados de belas estações.

    Há perfeita harmonia entre a natureza e a amizade das aves, uma cena tão real, tão bela, que parece um sonho.

    O mar, as ondas, o velho sentado, apreciando e brincando com as aves; e, a cada gesto de oferecer uma saudação à natureza, nasce encanto nos olhos de quem, de longe, aprecia o espetáculo.

    Márcia Aparecida Mancebo
    20/01/26

    • Admirável essa prosa inspirada na imagem. Aplausos

    • Obrigada Lilian.

      Cadê a tua prosa???

      Bjs 

  • À beira do tempo

    Quando a vida se curva aos pés da ternura, até o mar respira em silêncio diante de quem já viveu o bastante para compreender a beleza do viver. Enquanto o velho estende a mão aos pombos que voam, a natureza se cala, emocionada com o gesto.

    Pombos saltitam no ar em dança graciosa. Não pedem alimento, saúdam o instante. Ali, entre céu e água, o ancião oferece memórias, não restos de pão ou migalhas. Cada batida de asa é um verso mudo que só o vento entende. Não há necessidade de palavras para explicar a emoção daquele homem feliz.

    O tempo passa distraído e o mundo se aquieta. A vida, curvada à ternura, estampa-se na face cansada de quem já viveu cada minuto do percurso.

    Ele não alimenta apenas as aves, mas também as horas vividas. Cada segundo é a lembrança de um pedaço de vida que se dissolve no bico do pássaro. Os pombos não se apressam, assim como ele também não se apressa no tempo: cada minuto é um presente vivido, um encanto que se desfaz quando apressado.

    O mar, calmo, esconde histórias num murmúrio brando que só os atentos conseguem ouvir. Os cabelos brancos são acariciados pela brisa como quem reconhece a sabedoria. Os olhos do velho brilham como quem já viu demais e agora saboreia o pouco que resta.

    Neste cenário não há espetáculo, tampouco aplausos. Há apenas a verdade de que a ternura existe e que o simples é sagrado — possui valor singular, próprio, genuíno. Essa comunhão entre homem e ave é uma prece que o vento entoa.

    Márcia Aparecida Mancebo
    20/01/26

    • Por gentileza, onde está sendo postado as poesias de Prosas poéticas,  nessa minha volta a CPP, estou perdida. 

    • Aqui, Sandra. -Se inspire na imagem e faça sua prosa. 

      Posta na caixa de resposta lá no início.

      Boas composições.

      Bjs 

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