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II Oficina de poema que não tem fim - CPP

Regras

1. Todos os membros podem participar;

2. O membro participante compõe, sempre, no ultimo verso do poema que está na frente da página ( em primeira vista);

3. O participante deve postar sua resposta na caixa de texto acima, e nunca em resposta.

4. É vetado comentários sobre os trabalhos para não quebrar a sequência;

5. No caso de haver duas postagens ao mesmo tempo, permanece aquele que postar primeiro, o segundo deve ser excluído.

6. Vetado o uso de imagens.

7. Permitido formatação dos poemas

8. Os poemas dispensam títulos na sequência.

Cumpra-se!

Verso para começo

Calando a voz da minha razão

Boas composições!

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Respostas

  • PARTILHAR AMOR 
    Eri Paiva

    "Essa jóia que se partilha é o amor"
    Diz, em poesia, uma amada poeta.
    Inspirada no seu poder criador
    Ao amor rendo louvores, faço festa!

    Compartilhar um nobre pensamento
    É anunciar que nisso também se crê
    É dar a uma palavra vida, movimento,
    Experiência própria do seu que-fazer.

    Partilhar amor é partilhar o que sou,
    O que tenho, o que sei, o que creio.
    Não é dar apenas o que me sobrou…

    Às vezes é, ao meu melhor, renunciar,
    Marcar presença num mundo de dor,
    Ceder a vez a quem cansado estar,
    Ressuscitar em si o próprio amor.

    Parnamirim/Rn - Em 18. 12.2018

     

  • Joia.

    Embalam-se felizes cantando sua vitória
    Soldados dispensados de uma guerra
    Por não ter sangue manchando a sua história
    De cadáveres de inocentes sobre a terra.

    Não trazem em si a bruta desumanidade
    Que destitui o homem de todos os valores
    Que são o esteio em qualquer sociedade
    Que abomina a guerra e os seus horrores.

    As armas bélicas que ceifavam vidas
    Eles abriram mão pra nunca mais
    A única arma por eles pretendida
    É qualquer uma que promova a paz.

    E, esta, eles trazem dentro de si, guardada
    Como uma joia de grande valor,
    Mas que precisa ser por todos partilhada
    Essa joia que se partilha é o amor.

    Marsoalex – 18/12/2018

     

  • AMOR ETERNO

     

    Não precisa mais da almejada eternidade

    Quem já se instalou nela  e feliz se encontra

    Porque uma vez vencida  aqui sua realidade

    Em moedas de virtude pagou a sua conta!

     

    Soube amar e cuidar do seu próprio amor 

    E por certo ganhou respeito e admiração 

    Pelo bem espalhado que a muitos contagiou

    Hoje goza do Altíssimo os fluidos do  Perdão!

     

    A partida, é certo, deixa, aos seus, saudade,

    Como uma extensão  do amor em  convivência 

    Que nao termina, mas continua, em verdade....

     

    Quando todos retornam  ao mundo de glória

    E na mais alta e longínqua dimensão dos céus

    Embalam-se felizes cantando sua vitória!!!

     

    Em 16. 12.  2018

     

  • Vento de saudade.

    Livres como dois poemas que não temem erros cometer
    São os pensamentos de dois entes enamorados
    Que na força da paixão que os impulsiona a viver
    Vêm o mundo com a magia do olhar apaixonado.

    O universo, para eles, gira em torno do que sentem
    Tudo brilha, tudo pulsa no compasso da emoção.
    Imaginam que o destino de qualquer dor os isente
    Pra nunca, jamais conjugarem o verbo separação.

    E seguem juntos, felizes, pela mesma estrada
    Enquanto o tempo vai passando e, não demora,
    Eles se veem diante da triste encruzilhada
    Que lhes é apontada pela impreterível hora

    De que chegaram ao fim da caminhada juntos
    Que esse presente, hoje é vento de saudade
    E que o amor que foi amor já é defunto
    Não precisa mais da almejada eternidade.

    Marsoalex – 16/12/2018

     

  • DELÍRIO DE AMOR.


    E o instinto dá ao cio uma total liberdade,
    Quando sentimos na pele o delírio do amor
    Vivendo cada momento como último, com intensidade!
    Esgotando todas as formas que misturam gozo e amor.


    Deslizo sobre teu corpo entregue, suado...
    Tua pele brilha a luz da lua, que do céu espia
    Ruborizada por ver nosso excitante amar enamorado
    A fazer prolongar o prazer com um toque de magia.


    Magia que te faz estremecer com meus murmúrios
    Entrecortados por espasmos de plena felicidade.
    Sussurros delirantes quando invades minha intimidade.
    Usando de sensualíssima e doce afabilidade


    Nossos delírios nos ensina que não há limites...
    A cada noite nos deparamos com novas formas de prazer.
    Sem medo do ridículo somos felizes e livres…
    Livres como dois poemas que não temem erros cometer.


    Luly Diniz.
    14/12/18.

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