Um íntimo e doce olhar

 

 

A minha alma
está olhando a minha forma física,
tu corpo, onde eu pulso e te dou vida.
Sei que nem sempre nos entendemos;
ambos, somos profundas obras universais 
que nos aventuramos a descer a esta sociedade,
onde as fronteiras são gigantescos abismos.
Tu és a flor, eu sou a fonte.
Como tal cuidarei para que vivas feliz, sorridente.
Apenas te peço que não me esqueças.
Somente eu te posso orientar;
nem sempre, sobre a terra,
os homens lançam um véu de luz.
Eu posso mostrar-te o sol que brilha
nas varandas do céu.
Temos um canal comum, o pensamento.
Livra-o de alguma passada agonia,
não o retenhas no espelho do passado,
enche-o de alegria
para que eu, alma,
viva alegre também
e em retorno, sentirás distintamente
a paixão pela vida!

Fernanda R-Mesquita

 

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