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COADJUVANTE

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Coadjuvante.

Não venha me dizer que o poeta é um fingidor
Que é o mesmo que dizer que o poeta mente
Porque quando ele fala de sua alegria, de sua dor,
Ele está falando, exatamente, do que sente.

Fingir não é, com certeza, um ato do poeta!
Quando ele está imbuído da inspiração
Sua tristeza, dor ou, alegria são concretas
Porque ele está externando a sua emoção.

O que poeta escreve é o mais puro sentimento
E, nessa hora, que ele externa o seu sentir
Mesmo sendo abstrato não é fingimento
Que venha do passado, do presente ou, do porvir.

E a poesia que tem força exuberante
Que, no poeta, está além da inteligência
Ela o transforma nesse abstrato ser mutante
Pra navegar num imenso mar de fantasia
Fazendo, dele, um fiel coadjuvante
Tem a certeza de que, ele, jamais, lhe mentiria.

Marsoalex – 13/09/2019

 

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