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ATENÇÃO!!!!

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1. No grupo Tema Poesia, como o próprio nome refere,todos os participantes

devem postar o texto(poema/prosa) sem imagem,

2. É permitido comentários e apreciações nas obras, porém é vedado o uso de imagens.

3.Todos os poemas, deverão ser postados AQUI dentro do link de abertura da proposta,

NA CAIXA PRINCIPAL DE RESPOSTA, QUE FICA LOGO ABAIXO.

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 T e m a:

"Há dias em que habito a solidão"

(Nelson de Medeiros in Minha poesia, minha igreja ) 

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Período de vigência

06/08/26 à 30/09/26

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 Regras do evento

1. Um poema por autor.

2. Limite máximo de 30 versos e mínimo de 7 versos.

3. É PROIBIDO O USO DO TEMA COMO TÍTULO DA OBRA.

4. O participante que usar os versos no seu poema deve usar

aspas indicando que os versos não são de sua autoria.

5. O poema precisa fazer refêrencia ao tema de modo que,

ao ser lido se sinta a proposta do tema.

6. Todos os membros podem participar.

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Boas inspirações!

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Respostas

  • NÃO

     

    Não “há dias em que habito a solidão”!

    Como poderia?

    Todos os dias me iluminam!

    A brisa mansa, os espinhos do jardim,

    as aves cantam e me reanimam.

    Meus olhos se abrem ao sol

    e a lua me ensina a canção

    da noite com perfume de jasmim.

    Não, não há solidão,

    abraçado comigo

    sempre estou junto a mim.

     

    Neri de Paula Carneiro

  • A SOLIDÃO ENSINA A VIVER

    Como aprendi a viver com a solidão

    Viver só, não é solidão.

    Sim,escolhas pessoais.

    Aprendi que sou uma pessoa .

    Como tal, preciso valorizar e preencher

    A vida dessa pessoa que sou EU

    Consertei muitos medos e resistências

    Aprendi que gente nao preenche

     

    Ás vezes inverso, gente incomoda 

    Tira nossa paz e nos faz buscar 

    Magoas no fundo do poço

    Insisto que viver só, não é solidão

     

    Solidão é quando voce não se gosta

    Quando voce não entende seus proprios gostos 

    Quando voce absorve as direções inversas 

    De seu prazer pelo do outro .

     

    Portanto eu reconheço que viver só

    Foi a maneira mais gostosa de solidão

    Porque voce se ver, se ama e escolhe

    O que te agrada, o que não queres para si

    Autoria 

    Pra. Magaly Pessoa 

    01.09.2026

  • A Poesia da Solidão

    A solidão surge em silêncio,
    às vezes traz lágrimas,
    e o pranto alivia a dor.

    Quando a solidão vier habitar em mim,
    caminho por seus caminhos silenciosos,
    até que a poesia me abrace.

    Há momentos em que prefiro ficar a sós,
    meditar, observar,
    olhar além do horizonte,
    deixar o coração respirar.

    Há silêncios que não são vazios,
    há lembranças que o tempo não dissolveu,
    e ausências que continuam presentes.

    A poesia não apaga a solidão,
    ela a acolhe,
    acalenta minha alma
    e transforma o silêncio em versos.

    Então a aurora floresce devagar,
    e o sorriso brota.

    Nem todo estar só significa abandono,
    às vezes, a solidão é um encontro comigo mesma.

    E quando a poesia me abraça,
    descubro que até no silêncio
    há um lugar onde a alma encontra paz.

    Therezinha Sant’Anna
    25 de agosto de 2026

  • Solidão

    O som da noite passa por mim

    Ouço a voz daquela morada

    O frio me leva como companheiro

    Espero o horizonte chegar

     

    O tempo me ensina caminhar

    A esperança me leva ao passado

    A saudade chega e me fez triste

    Meu querer é viver todo tempo

     

    Esqueço da hora ao deitar

    Sonho tudo que pensei ontem

    O compromisso da mente me apavora

    Sonho também que encontrei aurora

     

    Com os pés descalços sinto o calor da terra

    Caminho seguindo pegadas amigas

    Levo comigo um cajado como arma

    Chego na hora e onde não sei o que colhe nesta terra

     


    Jose Hilton Rosa
  • Manga Rachada

    Janeiro bebe da manga rachada,
    saciando a sede que me sufoca.
    Liberto minhas folhas ressecadas,
    manchadas pela fome da broca.

    Pinto o gramado de marrom doído,
    galhos se despem querendo o chão;
    afogo a grama em folhas secas,
    como há tempos já fizeram meus irmãos.

    Vejo troncos com ninhos de corujas,
    ocos que desistiram de brotar,
    as aves que das noites são marujas,
    cruzam o breu para se saciar.

    Por essa manga que o sol fez rachar,
    vaza a água que ainda me sustém;
    se do oeste a chuva não chegar,
    quanto tempo este plátano tem?

    MHermes

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