Posts de Alberto Valença Lima (51)

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Edith Lobato quisera,
saber como tu, esse belo versejar;
me inebria qual doce quimera,
e me acolhe; que mais posso almejar?

Tens por sobrenome um mito
um dos maiores do Brasil,
isso te distingue no rito,
do café que te ofereço sutil.

Minha agradável paraense,
por não te conhecer ainda,
crio um certo suspense,
colocando-te na berlinda.

Professora tão sofredora
vamos logo nos assentar
E talvez até uma cantora
Poderemos também convidar.

Para cantar esses teus versos,
com melodia, estrelas e luar
Não admitiremos encontros adversos
Fico feliz por te agradar.

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Alberto Valença

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Resposta à réplica de Alberto Valença

Querido Alberto Valença
escuta o que eu vou te contar,
assim eu te peço licença,
pra teu verso treplicar.

Nasci na floresta grandiosa,
ao som do sussurro das águas.
Saci, tucuxi, boto rosa,
conheço igual minhas mágoas.

O canto que soa na mata
é grande mistério divino,
parece que soa até sino,
no véu que adorna a cascata.

O lobo que adorna meu nome
herdei do meu grande herói
de quem a ausência consome
e a saudade, me corroí. 

Na terra de pedra miúda,
o Rio Tapajós se debruça,
o ouro fez gente graúda
morrer com tiro na fuça.

Amigo poeta agradeço,
por tua gentil deferência,
tu tens o meu grande apreço,
respeito tua experiência.

Edith Lobato - 3/01/16

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2016, um novo ano que chega

2016, um novo ano que chega.


Chega depressa dois mil e dezesseis!
Muitas coisas boas, aqui construiireis
Nesta vida que Deus a ti entregou
Agora, vais fazer, o que Ele te ensinou.

Boas ações, caridade e solidariedade,
Vamos todos praticar sem dificuldade
Nosso lema é, de todos, afastar a maldade
Cultivando o amor e a bondade.

Nossos momentos sempre serão breves
Mas nada impede que os tornemos ricos
Façamos com eles, nossas horas leves.

Chega logo, dois mil e dezesseis!
Estamos todos esperando vocês
Pra abraçar e amar até a embriaguez.

Alberto Valença Lima

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