A Eternidade de um Acaso
Foi por acaso que encontrei teu olhar,
Entre rosas vestidas de alvorada;
E o acaso fez-se eterno ao nos tocar.
Nas orquídeas, tua essência amanhecia,
Cítrico-amadeirada, em doce ardor;
E a colônia floral nos envolvia.
Nosso encontro, fortuito, fez-se lume,
Como estrelas bordando o infinito;
E o tempo ajoelhou-se ao teu perfume.
Há um amor que desconhece despedida,
Que faz do coração seu relicário;
E escreve eternidade em nossa vida.
Se o destino nos trouxe esta ventura,
Guardarei teu nome em meu jardim;
Onde o amor floresce em tessitura.
Pois amar-te é não conhecer o fim,
É fazer da eternidade o nosso jardim.
Fim
A Domingos
15 de maio de 2026
Comentários
Um poema maravilhoso! Adorei! Parabéns poeta Antonio! Abraços!
Agradecido amiga Poetisa Editt por valioso comentário..
Uma honra para nós aqui em casa
Abraços fraternos
Belíssimoooo! Parabéns.
DESTACADO
Um abraço
Agradecemos demais aqui em casa sua especial atenção e também por maravilhoso Destaque ao nosso trabalho poético.
Abraços fraternos amiga Poetisa Marcia... Esteja feliz sempre.
Uma poesia delicada e romântica, com uma imagem muito bonita. O amor e o acaso se encontram de forma encantadora nos versos. Perfeito. Parabéns poeta.
Agradecemos demais aqui em casa sua atenção e generosidade..
Abraços fraternos Poetisa Sandra Leone
Poeta lendo esta belissima poesia só
me resta deixar meus aplausos abraço...
Muito obrigado amiga Poetisa..
Exuberante Poética. Parabens pela sensibilidade e esse galante romantismo.
Agradecemos aqui em casa vosso comentário...Poetisa Lilian
Uma honra ter sua leitura..
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