Aninho das Marés
No vento antigo ouvi teu doce sopro,
E o mar cantou segredos no meu ser;
Amor nasceu querendo renascer
Nas marés da esperança em puro pro.
A vastidão vagava em minha calma,
Qual porto sem farol ao anoitecer;
Mas a coragem veio acender
Desejos repousando profunda alma
Achegar-te foi bênção sobre o mar,
E em minha alma nasceu nova alegria,
O vento trouxe a força de sonhar
Venceu meu coração a nostalgia
Creio que a solidão desencantar
Amar cada emoção na analogia
Fim
A Domingos
22 de maio de 2026
Comentários
Fabuloso poema. Parabens!!!
Agradeço muito seu valioso e generoso comentário Lilian
Belíssimo, A. Domingos. Os últimos versos são encantadores.
Agradecido prezada amiga Margarida.
Uma ter seu valioso comentário aqui no CPP.
Abraços fraternos
UAU! Muito belo! Em uma declaração de esplendor. Amigo Antônio, bem interessante a abordagem criativa do seu amor que é vastidão. De um coração recheado. Parabéns! Abraços
Agradeço muito sua atenção e apreciação..
Que bom que você gostou..
Abraços fraternos amigo Poeta Luiz Anthony
Antonio
um lindo versar
pois o amor vem sempre ganhar
um abraço
Obrigado de coração prezado Poeta Davi.