Ao Cair da Tarde

A tarde fagueira, vai embora
O horizonte em festa nesta hora
Um céu dourado, de ouro pintado
Os acordes da natureza, eu ouço.

A nascente, que chora borbulhante
Lindas borboletas beijam as flores
Que estremecem com o toque
Parecem falarem do seu jeito.

Os pássaros em revoadas se vão
A brisa perfumada, passa e repassa
Os acordes da alma em desalinho
Vão se acalmando, quase dormindo.

Quanta beleza eu vejo agora
Não tem preço eu reconheço
Quem fez tamanha perfeição
Entende da nossa alma e do coração.

A calmaria deste momento único
Que amanhã será o passado...
Sei que hoje é o meu presente
Estou contente! instante sagrado!

A minha tarde é emoldurada de versos
A poesia que chega animada e travessa
Peralta, estrambelhada e sorridente.
O encantamento e magia deste poema.

 

Editt Schimanoski de Jesus.

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Comentários

  • Deliciosa leitura, carissima. Abraços

  • Que lindeza Editt

    Meus aplausos

  • Brabíssimo encantadora Editt, poeta da aurora, da alvorada e da madrugada, poeta do verbo enamorado, achei simplesmente encantador e poético, diante disso o Poeta do Tempo e da Ternura... deixa cá um afetuoso abraço — ©JoaoCarreiraPoeta.

    •  

      Muito obrigado poeta João Carreira! Abraços fraternos!

  • Muito belo! Parabéns.

    Bj 

  • Amei Editt parabéns! Encantado com tamanha beleza!

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