Apenas sentindo estar desacompanhado,
assim remonto alguns amigos.
Minha cidade de origem, a cidade das árvores:
o verde que essa cidade tem me acalanta,
me beija, me abraça; esse verde me representa.
Só que a solidão, essa me afronta.
As doces lembranças do paisagismo são minha companhia;
arredores, colinas e pássaros me reconhecem.
Sereno, garoa, neblina e sol com chuva me tocam,
mas a rotina causa tensão.
O recolher-me, o ofuscar-me, é tempo de mediar.
O verde a me corroborar...
Meu Deus, há de haver a nascente de amar,
o verde que tanto gosto de proclamar.
Abrigo-me nos versos,
pois os amigos estão tão comprometidos.
Entre a solidão, entro em fusão com as literaturas;
ao fascínio da cidade das árvores,
novas jornadas fazem minhas asas ficarem mais firmes.
É claro: otimismo! Oh, reine o brilhantismo!
Ok, ok... a hora vem, meu Deus!
Jeová, lance-me no amor.
(Geralmente junto à cidade das árvores)
Em Brasília, formamos histórias.
(Geralmente junto à cidade das árvores)
O verde onde me derramo.
(Geralmente junto à cidade das árvores)
Houve declínio nas lembranças nostálgicas...
(Geralmente junto à cidade das árvores)
... e me refaço.
Comentários
Parabéns pela Cidade das Árvores! Adorei o seu poema!
Satisfação em tua presença, ter apoio é muito bom. Que bom que estou agradando. Obrigado!
Prezado Poeta e Escritor Luiz Anthony.
Parabéns pelo lançamento de seu novo livro.
Por sua apresentação do livro a curiosidade é grande em ler seu especiais textos e único em temática.
Vamos comprar com certeza.
Abraços fraternos
Um título muito expressivo....
Que honra ter um leitor como ti Antônio! Ainda mais que ti és grande poeta. Sua participação é constante, e um grande incentivador. Precisamos de Antônios tão legais, tão únicos, tão apreciadores, tão cativantes e envolventes como ti amigo. Se vai gostar do livro! Muito obrigado! Aprecie o livro com a Fernanda. Abraços a ti e ela!