Fernanda, minha filha..
Rondel sobre Mote
Mote: “Não deixo a esperança ir-se embora”
Esperança Minha
Não deixo a esperança ir-se embora
Preservo o desejo alocado na alma
Persigo rastros abertos de outrora
A lua me enxerga a presa calma
Instante do verso a palavra apalma
Me preservo nos saberes do agora
Não deixo a esperança ir-se embora
Preservo o desejo alocado na alma
Viajo o sonho nas chuvas que chora
Me invento ávido no anseio vivalma
Olho o horizonte azul o céu da aurora
Penso e repenso na vida sem trauma
Não deixo a esperança ir-se embora
Fim
A Domingos
07 de setembro de 2026
Comentários
Parabéns pelo belo Rondel, Antônio!!!
Abraços
Muito linda sua filha, Fernanda.
Agradeço demais sua atenção e apreciação de nosso trabalho... Sempre um apoio de valores.
Abraços fraternos amiga Poetisa Marcia.
Obrigado por suas palavras em relação a nossa Fernanda
Saudações das Sagas! Amigo Antônio gostei bastante do poema! Legal partilhar momentos da sua filha. Bem criativo e interessante poema. Parabéns!!!
Muito obrigado por sua atenção e leitura e apreciação de nossa Simplória Poesia.
Nossos abraços fraternos prezado Poeta Luiz Anthony
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