ManhãsOrvalhadas
Busco o silêncio nas manhãs orvalhadas,
Onde o sol se esconde, não quer se mostrar,
Piso na grama ainda tão encharcada,
Pela névoa que caiu na madrugada.
E em silêncio sinto paz, serenidade.
Nas ruas caminho na espera de calor,
Sei que o sol vai aparecer bem mais tarde,
Enfeitando o dia com seu resplendor...
Manhãs assim, frias, com neblina pelo ar,
Os pássaros ficam mais tempo nos ninhos,
Poucas pessoas saem para caminhar.
Poucos desejam seguir pelos caminhos.
Mas vejo ao longe a luz a despontar,
Rompendo o manto frio dos atalhos;
E a vida volta alegre a caminhar,
Bordando ouro por sobre os verdes galhos.
Márcia Aparecida Mancebo
07/06/26
Comentários
Aqui, nem a tarde o sol esquenta muito, mas hoje fui fazer companhia para a Maju.
O poema é todo belo, Márcia. Retrata a nossa realidade nesse inverno.
Obrigada, Margarida! Bjs
Márcia
lindo versar
um abraço
Obrigada Davi
Um abraço
A esperança querenasce a cada dia a cada manhã orvalhada....tão lindo....Deus a abençoe
Obrigada querido amigo. Bj
Manhãs orvalhadas, com leve névoa, um friozinho, onde os pássaros se escondem mais tempo nos ninhos e a vida e os dias seguem lindos ao sabor de doce inverno.
Parabéns amiga Poetisa Marcia por esta lindíssima Poesia de Excelência de Fernanda e Antonio Domingos
Obrigada Antônio. Um abraço