Mote: Therezinha Santanna
Crio o dia em que o céu negou..
O Dia que o Céu Negou
O azul criei sob um manto de breu,
E dei de presente o pranto que chorei;
A noite interrogou a face do céu,
E a dor perguntou quem me tornei.
Do nada fiz a herança que guardei,
Quando o silêncio em pedra se verteu;
O azul criei sob um manto de breu,
E dei de presente tal pranto que chorei.
Talvez cada verdade invente um céu,
E toda dúvida desminta alguma lei;
A esperança rasgou seu próprio véu,
Pois até na recusa me encontrei:
O azul criei sob um manto de breu,
Fim
A Domingos
Agosto de 2026
Comentários
Às vezes... é no ápice da escuridão que encontramos nossa verdadeira identidade...
nossa essência.
Profundo, poeta... Parabéns pela bela obra.
Gratidão por sua atenção e leitura e apreciação de nosso trabalho poético...
Valioso comentário prezado Poeta Mestre Sigma...
Uma honra para nós aqui em casa...
Abraços fraternos
Antonio
um versar que emite luz na escuridão
um versar reflexivo
um versar elaborado com o coração
um abraço
Saudações das Sagas! Profundo e bem interessante. Amigo Antônio também me impressiona seu jeito único de escrever. Parabéns!
Gratidão sempre amigo Poeta Luiz Anthony por seu valioso comentário e apoio.
Abraços fraternos
Linda poética.! Parabéns Antônio.
Abraços
Muito obrigado amiga Poetisa Marcia por sua atenção e leitura e visão de nosso trabalho.
Abraços fraternos amiga Poetisa