Passagens da Vida

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Passagens de Vida

 

Nada mudou na ventania que suspira 

Em um outrora distante deste instante cadente 

Busquei um momento em que uma flor respira

Meu sorriso seria um álibi do vermelho ardente 

 

Em meio a praça sem graça a criança ouvira

Tecidos coloridos dos bonés sempre presente 

Brincam de patins de aço roda que previra  

Calças curtas, largas esperanças decente 

Nada mudou… 

 

As pipas bordavam ao vento a brisa insurgira 

E o tempo guardava onde tristeza mentira

As ruas andavam elas mesmas na mente

Na busca da felicidade enxergo o sol eterno

As artérias rubi de meu coração temente

Mas meu caráter resiste persiste materno 

Nada mudou 

 

Fim

A Domingos

26 de julho de 2026

Reformulado conforme as regras.

 

 

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Comentários

  • Belo Rondó, Antônio! Parabéns.

    Abraços 

  • Lindooooooooooooooooo!!

    Parabéns, Antonio

    Abraços

  • Nem sempre as coisas acontecem como queremos, mas temos que aceitar os acontecimentos. Parabens, Antonio. Boa noite

    • Agradecemos demais coração sua atenção e apreciação amiga Poetisa Lilian 

      Abraços fraternos sempre 

  • Antonio

    analisando a poesia

    genuina, nem os temporais e dias chuvosos fizeram haver desistencias

    nada mudou

    um abraço

    • Com certeza nada mudou..A mesmice do mesmo..

      Vitórias e Derrotas.

      Obrigado Davi 

  • Maravilhos, meu amigo querido

    Aplausossss

    Abraço

  •  

     Nada mudou! Que bela inspiração! Belos versos e emoçao! Parabéns poeta Antonio! Abraços fraternos!

  • Saudações das Sagas! Também sou teu admirador e juntos cooperador de literatura. Somos mais que fã. Mas sempre reforçando nossa amizade. Mui interessante o poema!  Sua essência em ressonância. Parabéns! Abraços

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