Ah, filho, a poesia não tem que ser triste,
Viste?
E se nela mais enxergas melancolia
Que alegria -
É porque o poeta é um tipo estranho,
De antanho -
Que por ser d’outrora saudosista,
Não avista,
Muita vez, no sorriso da criança,
Esperança.
Assim, filho, saibas que a vida é bela –
Acredita nela.
E toda chuva que do céu cai ao chão,
De inverno ou verão -
É de Deus ao poeta um abençoado hino:
Então, sorria, menino!
Comentários
Merecido destaque que reforço. UmA GRAÇA de poesia, um belo prazer ao leitor ou leitora.
Obrigado, Margarida, pelo gentil elogio.
Adorei!.... Parabéns, Pedro!
DESTACADO
Um abraço
Mujito grato, Márcia.