Quando o silêncio escolhe ficar
Não te procurei.
E foi aí que me encontrei.
Aprendi que o amor
não bate à porta aos gritos,
Provoque ansiedade
Ou dançe para provocar ciúmes,
Que não se esconde atrás de terceiros
Ou testa o valor de quem ficou.
Hoje, se falares,
que seja com a voz limpa.
Não com sinais ou jogos,
com olhares lançados ao acaso
Ou migalhas no meio da coragem.
Eu senti o ruído
e decidi me respeitar
Bloqueei-te, desliguei de mim e desse amor
para me ouvir melhor
E no silêncio descobri
que quem quer, atravessa.
Quem sente, sustenta.
Quem ama, escolhe.
Não me tornei distante
tornei-me inteiro.
Se vieres, se me quiseres
Traz a tua genuidade
Deita as máscaras fora e essas futilidades e as histórias paralelas,
Não preciso da plateia
Nem o artifício de quem diz o que quer.
Eu estou aqui,
Nao me imagines parado à espera de ti.
Eu caminho.
Se o nosso caminho voltar a tocar-se,
que seja uma naturalidade.
Nunca por vaidade.
Que pura a ternura
Seja amor de verdade.
Onde o silêncio nos resolveu e nos soube abraçar.
Bruno Alves
Comentários
Simplesmente uma linda composição, parabéns, trovadoresco dos versos — ©JoaoCarreiraPoeta.
Obrigado poeta João Carreira
Ave, poeta! Um belo texto falando de amor. Ficou muito bom. Parabéns. 1 ab
Um texto poético muito lindo de muitas reflexões e assertivas.
É o Amor em suas nuances falando mais alto
Parabéns amigo Poeta Bruno Alves
Obrigado amigo António, um abraço
Que lindoooooooooooooooooooo
Aplausos Bruno
Obrigado
Bruno
lindo versar
um abraço
Obrigado Davi