Vou pelos campos ermos e tristonhos,
Pelos campos de olhares tão antigos,
Onde a névoa inda cobre os meus sonhos,
E as sombras escurecem os jazigos.
E agora a lembrança em teu assomo,
Pois que o tempo esquecer já não consigo,
Relembras-me daquele cinamomo
Onde em sonhos deitaste-te comigo.
Pelas sendas como o sol que adormece,
No silêncio profundo de uma prece,
A olhar-te para o céu com minhas dores...
E seguindo foste tu assim sozinho,
Onde outrora pelo mesmo caminho,
Exalaste os teus últimos palores.
Thiago Rodrigues
Comentários
Lindíssimo poema, Thiago.
Grato pelo comentário, Margarida!
Lindo Thiago!
Aplausoss
Obrigado, Ciducha!
Soneto pomposo e tocante! Parabens! Destaque merecido.
Obrigado pelo comentário, nobre poetisa!
ZAve, poeta Thiago! O bardo, aqui, te parabenizas pelo belo poema! 1 ab
Obrigado, nobre poeta! Um abraço!
Lindo! Parabéns.
DESTACADO
Tem mensagem para você.
Um abraço
Obrigado, poetisa Márcia! Um abraço!
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