Brincadeira no rio

 

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Brincadeira no Rio

 

Ah! Como era doce a vida no tempo de criança!

À beira de um rio, uma árvore, galho em curva

Era um convite aos folguedos; a haste balança

A adrenalina sobe e o vento deixa a mente turva...

 

A torcida da molecada e o olhar da mamãe, deixa

A criança tranquila, ante a possibilidade de acidente;

O rio estava cheio logo após a chuva; não havia queixa

Da mãe em vigilância constante e sempre muito prudente...

 

Ali, naquele lugar, surgiam outras brincadeiras e o alarde

Deixava cada criança muito feliz em contato com a natureza

Maltratada, devastada agora, por mão assassina e covarde

Que, em desrespeito à vida, deixa a Mãe Gaia em tristeza...

 

Sob o olhar vigilante da mamãe que os acompanhava

Era mais uma situação em que hoje a meninada ressente

Os pais com os filhos estavam e seu coração exalava

Boas energias que convergiam para o corpo e a mente...

 

Mena Azevedo

 

 

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