Quanto, a saudades dos teus lábios
marcam a tristeza em minha face?
Trazem ás minhas noites a dor
da solidão.
—Em ti eu disse sim a vida
e agora que a perdi
só há o não!
alexandre
Quanto, a saudades dos teus lábios
marcam a tristeza em minha face?
Trazem ás minhas noites a dor
da solidão.
—Em ti eu disse sim a vida
e agora que a perdi
só há o não!
alexandre
T riste foi o dia que você foi embora
R azão onde desmaiou meu coração
I nconsolavel fiquei
Sou arqueologo, minha expedição esta firme nas escavações
Descobrimos restos mortais de um animal que usamos para fantasias
Uns creem que existiram e outros não
Mas tai o resultado da nossa escavação
Cuidadosamente montamos todo o esqueleto intactos
Noss
CORAÇÃO
O coração é a casa onde o sangue escreve memórias em código, sem pedir permissão. Bombeia o invisível: o que se sente antes de ter nome, antes da razão.
Às vezes é câmara escura guarda revelações que a luz não alcança. Outras, é farol numa cos
O SILÊNCIO DAS COISAS QUE NÃO TEM NOME
Eu tenho objetos
que não uso
mas não jogo fora
não porque tenho dó
porque eles têm
algo
que eu não sei
o nome
O silêncio das coisas que não têm nome
é mais alto
que o meu
é mais antigo
que o meu
é mais
que o meu
Eu guardo
uma p
No meio da cena
No meio da juventude
Burburinho, Chiclete na boca, Riso na boca
Novamente o mundo em reconstrução
Poesia retratando a experiência
Palavra forte Revitalizando antigas formas
Tudo se transforma
Todos se querem bem
Sonho e recomeço
nesta mesa de fórmica rachada misturo o que não deveria. sal com açúcar. raiva com ternura. o ontem que não passou com o amanhã que não chega.
uso a colher de chá como bisturi. abro a pele das palavras para ver o que sangra. às vezes é vermelho. às v
a casa do silêncio arde sem chama
cada átomo meu grita o nome que nunca disse.
tu me procuras no mapa das constelações que já morreram:
a luz que toca tua face viajou milhões de anos
para não encontrar ninguém.
o que explode em mim não é estrela
é o es
O mistério das horas o mistério,
E vai a vida, lenta, sucumbindo,
Na morada eterna um luar etéreo,
Vai nos guiando os passos reluzindo...
Silente pelo bosque flóreo e egrégio,
Um sentimento dentro eu já sinto,
Como um cortejo num palácio régio
Que vai tra
MARÉ DE MARÇO
O mar que de tão belo é infinito...
De lua em lua, marca o compasso
E à casa beira com tanto agito
Na imensa maré de março...
Em mar aberto, não ouve-se grito...
O mar fechado, um recôncavo traço
Às vezes, deixa-me de coração aflito
Se à vara
-´3
Teus raios vermelhos-poesia
Rabiscos de emoção
Onde o poeta se entrega
No entardecer de plena sintonia.
O Sol se despede com beijos
Deixando a Lua enciumada
No doce encanto da noite
Em mistérios e desejos.
Raios de Sol se despede
Nas nuvens vai flu
O TEMPO PARA MIM É CURTO
O tempo para mim é curto...
E não há o que possa fazer
Sem desespero ou surto
Eu vou vivendo por viver...
Deixo o tempo ir passando...
Deixo a vida, o rumo seguir
O que agrega vou somando
E deixo minha essência fluir...
Em meus dia
Atemporal
Vida em tom turvo, sombra de perfídia,
O tempo molda a dor na claridade,
E a voz se perde em vã oralidade,
Guardando no silêncio a mesma insídia.
Na fria calçada a mente se irradia,
Sob céus rasgados pela ansiedade,
Retorna à face antiga da ver
Prateleiras nas Paredes
Uma parede que não é parede,
Mas memória empilhada.
Prateleiras lado a lado,
Iguais no corpo,
Diferentes na alma
Cada objeto guardado
É um fragmento do tempo
Que decidiu não partir.
Dizem que todos têm sua prateleira,
Mesma forma, m
O seu único filho a morrer na cruz
R eunindo povos e linguas a salvação
A mor muito grande