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CHEIO DE AMOR
Não posso gritar para o tempo...
Um pedido que seja de amor
Se quando por mim passa o vento
E o que fica é só o meu clamor...
Envelheço assim com o tempo...
E o tempo... Por tudo já passou
Eu que menos tempo tenho
Tento manter-me com ardor...
Alegria do palhaço
O riso se espalha no ar
A maquiagem impecável
Criança começa a gargalhar.
….
Pula dar cambalhotas
Palhaços da alegria
O circo é o cenário
Onde acontece a magia.
….
Adultos e crianças aplaudem
Diante de tanta beleza
É o circo at
DO VERDE E DO AMARELO
Gosto do verde da serra...
Quanto do amarelo do sol
De pisar descalço na terra
De secar no vento o lençol...
E gosto de banho de chuva...
De rio, de mar, de cachoeira
De suco integral de uva
De comida natural caseira...
Eu sou adepto
Mudou tudo, a noite gelada treme com os sussurros dessa névoa cinza, alguém grita pedindo misericórdia, a luz das calçadas são como navalhas que cortam historias,
Bonecos de vitrine são como fantasmas difusos num vidro fosco, enquanto a penumbra e o
Não é amor o que me move é a maré que não pede licença para subir pela garganta e sair pelos olhos em sal.
Tenho um oceano inteiro dentro de mim e nenhum mapa para navegar minha própria profundidade.
Às vezes afundo sem aviso. Outras, fico à tona como
Não sou o centro. Nunca fui. Sou o que sobra quando todos ocupam seus lugares.
Aprendi cedo a arte de não incomodar: ficar pequeno nos cantos, ouvir antes de ser ouvido, guardar na gaveta do peito as perguntas que ferem.
Taquara é onde estou agora.
E novamente a tarde se contrista,
Como dois olhos vagos e dolentes,
Que vão em busca d'um lago e frementes
As refulgências da noite ametista.
E mortuárias brumas doutros poentes,
Uma lembrança sequer não se avista,
Alma de flores alma que é benquista,
And
O sol esmaecido, sem cor.
A brisa mansa e silenciosa
O choro da criança, enche a casa
Os pensamentos voam ao longe.
A vida segue a sua rotina.
Com trabalho e contentamento
O poema é que muda de tema.
Alegre ou triste, como se apresenta.
A vida é uma ci
ONIPRESENTE
Ó meu verde... Turbulento mar...
Eu sei que tu és incontinente
Que faz canção de embalar
Os ouvidos... O coração da gente...
Nada tenho do que me queixar...
Mas quisera ser onisciente
Para saber te desvendar
Apagar dúvidas do inconsciente...
A
Tenho eu uma plena certeza...
Que nasci desprovido dela
Essa tal da tamanha beleza
Para ser vista na passarela...
Que a alguns dá confiança...
Abrindo as diversas portas
Estar em evidência cansa?
Não suja a cara com tortas...
Exteriorizar
Quanto, a saudades dos teus lábios
marcam a tristeza em minha face?
Trazem ás minhas noites a dor
da solidão.
—Em ti eu disse sim a vida
e agora que a perdi
só há o não!
alexandre
T riste foi o dia que você foi embora
R azão onde desmaiou meu coração
I nconsolavel fiquei
Sou arqueologo, minha expedição esta firme nas escavações
Descobrimos restos mortais de um animal que usamos para fantasias
Uns creem que existiram e outros não
Mas tai o resultado da nossa escavação
Cuidadosamente montamos todo o esqueleto intactos
Noss
CORAÇÃO
O coração é a casa onde o sangue escreve memórias em código, sem pedir permissão. Bombeia o invisível: o que se sente antes de ter nome, antes da razão.
Às vezes é câmara escura guarda revelações que a luz não alcança. Outras, é farol numa cos
O SILÊNCIO DAS COISAS QUE NÃO TEM NOME
Eu tenho objetos
que não uso
mas não jogo fora
não porque tenho dó
porque eles têm
algo
que eu não sei
o nome
O silêncio das coisas que não têm nome
é mais alto
que o meu
é mais antigo
que o meu
é mais
que o meu
Eu guardo
uma p
No meio da cena
No meio da juventude
Burburinho, Chiclete na boca, Riso na boca
Novamente o mundo em reconstrução
Poesia retratando a experiência
Palavra forte Revitalizando antigas formas
Tudo se transforma
Todos se querem bem
Sonho e recomeço
nesta mesa de fórmica rachada misturo o que não deveria. sal com açúcar. raiva com ternura. o ontem que não passou com o amanhã que não chega.
uso a colher de chá como bisturi. abro a pele das palavras para ver o que sangra. às vezes é vermelho. às v
a casa do silêncio arde sem chama
cada átomo meu grita o nome que nunca disse.
tu me procuras no mapa das constelações que já morreram:
a luz que toca tua face viajou milhões de anos
para não encontrar ninguém.
o que explode em mim não é estrela
é o es