Homenagem a Clarice Lispector
Clarice Lispector nasceu em 10 de dezembro de 1920, na pequena cidade de Tchetchelnik, na Ucrânia, e faleceu em 9 de dezembro de 1977, no Rio de Janeiro.
Sua família judaica deixou a Europa fugindo das perseguições e da
Homenagem a Clarice Lispector
Clarice Lispector nasceu em 10 de dezembro de 1920, na pequena cidade de Tchetchelnik, na Ucrânia, e faleceu em 9 de dezembro de 1977, no Rio de Janeiro.
Sua família judaica deixou a Europa fugindo das perseguições e da
Deveria ser um abito
Jamais uma obrigação
Infelizmente ela acaba
Engolida pela ambição.
A prática é bem saudável
Beneficia a quem recebe
Faz um bem danado
A quem oferece.
Dizer um bom dia
Pedir licença
Oferecer um sorriso
Tudo faz a diferença.
Quando
25/05/2026
Meu mundo Galáctico— O Eixo Recíproco/Dueto
Luiz Anthony & Antônio Domingos
[Luiz Anthony]
Meu mundo emblemático — Dedico aos Sonhadores.
Com partículas enigmáticas e neologismos,
onde cada relevo tem algo a explorar
e cada cosmo uma
BEM MAIS QUE EMOCIONANTE
Bem mais que emocionante...
É ter alguém ao nosso lado
Tornando o mundo vibrante
Cada vez mais encantado...
As coisas ganham sentidos...
Objetivos tornam-se maiores
Os instantes são bem vividos
Esquecidos dos pormenores...
Os laços
Neste dia quente, um sol abrasador...
poesia insolente
leio-a
à beira-mar, no calor.
Gorjeia a gaivota,
lutando contra o vento;
a areia branca margeia a onda
desenhando-se lentamente.
Na solidão, um leve pensamento
a balizar a poesia.
Não tenhas medo do fim do
Todo o povo tem que ser livre
Participar do castelo em todos os eventos
E assim proclamo meu edito real
Um só povo
Uma só nação
Repartindo tudo inclusive o pão
É o desejo do rei e da rainha em questão
Será que é real
Todo o povo livre e
Há pessoas que somem aos poucos
não como quem parte,
mas como tinta exposta à claridade,
que vai cedendo o próprio nome
à parede que a sustentou.
Vivem à margem de si mesmas.
Diminuem os gestos,
depois o tom,
depois a fome,
essa fome antiga de serem chamad
Há noites
em que a chuva volta
como quem sabe exatamente
onde mora a tristeza.
Ela não erra a rua.
Não confunde as janelas.
Reconhece meu quarto
pela luz acesa tarde demais,
pelos livros abertos sobre o peito,
pela xícara esquecida
ao lado de um silêncio ain
Redenção
Ouvindo vozes pela madrugada
Em tom suave, feito acalanto
Ouço-as e delas faço o meu manto
Para esquecer aquela dor malvada.
Dor que chegou qual fel com a alvorada
Instalou-se na alma e trouxe o pranto
Senti perder no instante todo encanto
Vi a
Do Deserto ao Renascimento
Meus desertos chorei sozinha, sim.
Não me constranjo agora em lhe dizer:
Foi chorando que pude compreender:
O pranto foi regando o meu jardim.
As flores do jardim mostram, enfim,
que o sonho desabrocha pra crescer;
Das água
manhã
instante momento
desejo comemorado
terno fragmento
reflexivo notar
folhas secas reveladas
infindáveis no tempo
14/01/2016 07:52
Adriano Vox
No alto da serra gaúcha
Está o santuário...
Nossa Senhora de Caravaggio
As estradas estreitas e cheia de curvas
O povo caminha, em romaria
Uns de pés descalços, pagam promessas.
Vinte quilômetros, serra acima...
Os romeiros, fazem sacrifícios
A camin
Neste jardim de pétalas formosas,
De iluminadas flores a fremir,
Ouvi das horas nênias langorosas,
Sombras a tarde rósea vi cobrir.
E pelo céu as brumas lacrimosas,
Todas vagavam tristes sem sorrir,
Na letargia das liras lutuosas,
As vossas dores pude-lhes
SINA DE POETA
Na tua foto revi meu passado;
dor que eu pensava apagada no peito
e, acreditando dela já refeito,
não percebi o amor obcecado!
Porém, a dor do menestrel é fado,
por isso mesmo a tudo está sujeito!
Naquele instante senti raro efeito,
e, en
A INTUIÇÃO É FORÇA
O bardo escuta sempre a voz da intuição,
que dita ao coração verdades e razão;
não é dote: é força que vem da amplidão,
como um sopro celeste, leal e divino!
Som invisível que nos surge repentino
e acende em nossa alma correta decisã
Suave estação
O ar fica mais frio e pede conforto
O olhar carrega anseios e sonhos
A maturidade se insinua em cena
Nesta fase da vida estou mais serena
Absorvo a contradição do cotidiano
Reflito sobre minhas ações e conquistas
Na estação suave e insin
Quentinho
Oi, passei aqui para ver você de pertinho
Nessa manhã fria, nada melhor que um mimo
Boa conversa, café quentinho ou chá se preferir
Aquece nosso dia, outono com cara de inverno
Na correria entre as tarefas escapei dar um oizinho
Podemos escreve
Luz na Noite Fria
Na madrugada, acolho a solidão
Pra caminhar sob a bruma do outono;
Vou distante, à procura do meu dono:
Aquele a quem entreguei o coração.
Sinto verter do olho um ribeirão.
Não cicatriza a dor de um abandono;
As lágrimas entrelaça
Se você está lendo isto,
é porque ainda existe um você
do outro lado da cinza.
Deixei o café esquecido na mesa
não por descuido,
mas porque havia naquele fio de vapor
algo tão parecido com a manhã
que não tive coragem de apagá-lo.
Não guardo mágoas do vento