Minhas Atividade

Alexandre Montalvan posted a blog post
Você Sabe? Ei! Você sabe o que esta despontando no horizonte?Se souber quero que me digaSe não quiser dizer, me aponteOnde há nuvens encobrindo a vida! Se há dor a caminho do calvárioe monstros desvairadossaindo do armárioé melhor sorrir ao ser fust…
Nov 8
Alexandre Montalvan posted a blog post
Solidão das PalavrasPalavras são como avesque voam rumo ao amargor ou a doçurapor caminhos tortuosos ou suaveslevam nas suas asas a urgência da procuraÉ nas palavras que nascea dor que a alma senteé um parto dolorido e latentefeito por nós, criado p…
Ago 23
Alexandre Montalvan posted a blog post
Ago 13
Alexandre Montalvan posted a blog post
Ago 11
Alexandre Montalvan posted a blog post
Renascer das Cinzas Ouço a minha voz como se não fosse eu,pois estranho o som me parecea dor que me aflige e que do silencio nasceunas pausas entres as frasesé tanta que me entristece. Vejo um rosto no espelho que não pode ser meucom linhas e traços…
Jun 12
Alexandre Montalvan posted a blog post
A poesia , a Samambaia, o Mar, a Pedra, os Papéis e o Amor
.
Quem sabe o que dizer
que nesta vida já não se tenha dito
talvez um quê de morrer
ou talvez nem se tenha existido
 
Até as samambaias gritam alto
e esperneiam com as verdes folhas
a este v…
Jun 8
Alexandre Montalvan posted a blog post
Poesia Insepulta Alavanque então meu poemachafurdando em negra lamavai chupando manga com melaçosobre teu sentir malsentidopipocam incontinentes em teus braçossonoros balaços. Mas se ainda consegue ouvir, é porque vivee se vive continue a chafurdard…
Jun 7
Alexandre Montalvan posted a blog post
Poema Infame
 
Compra-se um poema
como se compra um gato,
que se desfaz na água de um lago,
se evapora sobe aos céus e sai de cena.
 
Que seja pequeno o bastante
e caiba em um dedal de prata,
fetiche feito de lata
cheio do veneno da serpente.
 
Comp…
Jun 4
Alexandre Montalvan posted a blog post
Estranha Criatura—O destempero deste teu caloré morrer de um ardume indolorque faz ferver até o cume Adamastorque faz chorar que faz sorrire sentir dor.—Este diagramático poemaé feito a cor de um ovo é sua gemacom o sabor e o odor da alfazemadesfaça…
Jun 1
Alexandre Montalvan posted a blog post
Ato de Amor Floresce a minha alma pela eternidadepor vidas e vidas a contemplar o infinitoo tempo em ondas de luz é um gritoque soa nos mares dos meus pensamentos Procuro um Deus que contido nas pedras,nas terras, nos mares, em tantos altarese encon…
Mai 29
Alexandre Montalvan posted a blog post
O Lado Contrario do Coração
 
Sim...
 tanto pode ser noite quanto pode ser dia,
impossíveis e imponderáveis
 poesias
feitas dos sonhos de homens bons.
Sim...
tanto faz a força que tem a palavra
quando
 o que se ouve é o silencio
e a verdade é marcad…
Mai 27
Alexandre Montalvan posted a blog post
RosaSimplesmente uma flor linda e graciosa o seu nome érosa a rosa de tão maravilhosa representa o amorAlexandre
Mai 26
Alexandre Montalvan posted a blog post
Sopro Aqui só existe um soproum olhar morto sobre um cálice na mesae nunca atingiu o topoporque morre um poucoa cada dia. No diapasão de uma poesia vaziamorto por fora e morrendo por dentrosegue perdido na madrugadasem tempo para viverapenas caminha…
Mai 23
Alexandre Montalvan posted a blog post
Violetas Azuis Próximo ao meu corpoteu aroma seduze me enlouquece, brisa quente que aquececom seus raios de luz. Eu percorro universos infinitosem águas de lágrimas docemorreria se assim não fosseimerso em teus beijos. Na sombra dos teus seiosmorrer…
Mai 22
Alexandre Montalvan posted a blog post
Bandida Se tudo que fiz ficou no passadotantos sonhos, realizações e nadatudo que resta são favas contadaschegou a hora de descer as escadas O sol no ocaso parece tão tristeos ventos do norte trazem o frioa vida expira os últimos instantessigo ao ma…
Mai 20
Alexandre Montalvan posted a blog post
Poesia de Loucos Ser um louco um pouco é ter muita fometodavia some consigo o seu entenderhomem tem fome de tantas loucuraso que cura o homem então é o saber Mas tudo que se sabe é grão é poeiralogo loucuras imperam em seu serse a fome do louco é tu…
Mai 19
Mais…

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Sobre Mim

Aniversário:

Fevereiro 3


1) Qual o teu nome completo?

Alexandre Montalvan


3) Data de nascimento (não é necessário o ano)

03.02.1956


4) Local de residência (apenas Cidade, Estado e País)

são paulo - sp


5) Mini Currículo (trabalho, experiências, gostos e ou preferências, família, produção poético-literária...).

Comecei a escrever a aproximadamente uns 5 anos, como uma forma de terapia e não consegui mais parar. Eu posto meus poemas no Peapaz, Recanto das Letras, Luso poemas, aprendi também a criar vídeos com meus poemas e tenho uma pagina com aproximadamente 90 vídeos no you tube.


6) Quem o/a indicou para a Casa dos Poetas e da Poesia (ou como ficou sabendo desta)?Cite o nome da pessoa que a/o indicou ou convidou.

Ninguem me indicou


8) Está ciente que as poesias eróticas (caso as tenha), devem ser postadas no Grupo de Literatura erótica?

Com certeza


9) Concorda em participar e interagir conforme possa, com os demais membros nas atividades da Casa?

claro que sim


11) Deixe o Link do Facebook, Recanto das Letras ou outro site onde possamos saber mais de você.

http://www.facebook.com/alexandre.montalvan2


12) Publique neste espaço, uma Poesia ou texto de tua autoria. (não precisa ser extensa/o)

Folhas Mortas Tudo o que existe no mundo tem o gosto da angústia do enorme vazio da solidão folha seca a boiar no mar em suaves vens e vão. Um disforme desespero sem sentido transparece em minhas tremulas mãos eu não sei onde foi que se perdeu o meu triste e corroído coração. Tantas são nuvens de rumo incerto que fazem o vento urrar como leão a alma secar no sol em um deserto e morrer de tristeza e desilusão Em tudo são apenas folhas mortas no vento em redemoinho de aflição e rodopiam silenciosas e não importa a dor que há em meu pobre coração. Alexandre Nas Sombras do Teu Olhar Escuros e profundos abismos eram os teus olhos, tão negros misteriosos na noite, anseios delicados sussurros roubados mas embriagantes e brilhantes preciosos perenes pecados. As cascatas de estrelas no céu eram cor de fogo em teus cabelos e esvoaçavam ao vento feito véu e flutuavam em meus pensamentos Em teu ar floresceram enigmas no teu céu pétalas de rosas em teus mares negros estigmas fruto de sonhos, dores pavorosas. Inatingível era o teu coração granito triste na terra suada alcova mágica sonhos e paixão e no olhar apenas uma sombra velada. Montalvan


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