E se um dia hei de ser pó, cinza e nada, que seja minha noite uma alvorada, que eu saiba me perder para me encontrar...

Minhas Atividade

Edith Lobato left a comment on Estilos poéticos diversos
"Oi Lilian, conseguiste?
 "
Jun 20

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Sobre Mim

1) Qual o teu nome completo?

Edith Lobato


3) Data de nascimento (não é necessário o ano)

20/12/1963


4) Local de residência (apenas Cidade, Estado e País)

Itaituba - Pará - BR


5) Mini Currículo (trabalho, experiências, gostos e ou preferências, família, produção poético-literária...).

Sou professora concursada na rede Municipal de Ensino de Itaituba-Pará. Sou graduada em Matemática e graduanda em Sociologia. Sou poeta amadora do amor e da bondade, sou fragmentos de som na imensidão do meu ser primata e equação inexata onde o aprender é uma constante no mover de meus passos em minha existência.


6) Quem o/a indicou para a Casa dos Poetas e da Poesia (ou como ficou sabendo desta)?Cite o nome da pessoa que a/o indicou ou convidou.

Edith Lobato


8) Está ciente que as poesias eróticas (caso as tenha), devem ser postadas no Grupo de Literatura erótica?

Concordo


9) Concorda em participar e interagir conforme possa, com os demais membros nas atividades da Casa?

Concordo


10) Fique ciente que NÃO DEVE POSTAR mais que 3 (três) Mensagens por dia no Blog Geral?

Concordo


11) Caso possua, deixe o Link do Facebook, Recanto das Letras ou de qualquer outro site onde possamos saber mais de você.

http://www.facebook.com/EdithLobato


12) Publique neste espaço, um pequeno texto, que considere poético. Pode ser inspirado na hora. Não precisa que seja algo que tenha sido publicado. De certo modo: TODOS somos Poetas!

Águas da memória . Inundam minh’alma estas águas passadas, Que trago retidas em minhas memórias, Algumas são odes, são cantos, são glórias; Mas outras, somente, são penas juncadas, Colhidas no tempo ao sabor das lufadas, Dos ventos contrários do meu caminhar. Lembranças que gritam, que fazem penar, Que cortam, retalham meu ser em pedaços, Que vestem de luto minh’alma, meus traços, São lágrimas tristes, salgadas do mar. . As águas que escorrem de dia e de noite, Nas grotas profundas do meu pensamento, São vozes caiadas de dor, sofrimento, Algemas de mim, meu chicote de açoite, Que não me dão paz, muito menos acoite. Eu luto com fé para não naufragar, Nas águas do tempo que insistem borrar, O riso que aflora nos lábios sem pejo, O sonho que nasce qual água de um brejo Com lágrimas tristes, salgadas do mar. . E neste retrato pintado na tela, Eu bem sei que sou grão ilusório de sonho, Que em meio as tormentas da vida que enfronho, No vão da tristeza, da dor, da procela, Ainda pressinto que a vida é tão bela. Por isso que expurgo da face o penar, E toda tristeza que vem me amargar. Assim vou seguindo, cerzindo as hachuras, Bebendo na taça do tempo as rasuras, Das lágrimas tristes, salgadas do mar. . Edith Lobato – 07/11/13


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