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Oficina I - Desafio Poético sobre palavras aleatórias

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PROPOSTA

 

Esta oficina destina-se à composição de poemas

sobre palavras deixadas aleatoriamente.

Regras

1. Ficarão em tela 4 palavras aleatórias para composição.

2. O participante deve compor nas palavras em tela

e ao postar seu poema, deve deixar outras

4 palavras para o próximo participante.

4. Os poemas criados devem ser postados na caixa de cima.

 

Boas inspirações!

 

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Respostas

  • Gestores

    Palavras em tela: Rótulos, percurso,rocha, trilhados

  • Gestores

    Roubar é fácil.

    Honestidade hoje em dia é coisa rara
    São poucos os que a ela dão valor
    E quem a ser honesto se declara
    Na maioria das vezes é um fingidor.

    E sem honestidade vivemos a aflição
    De ver todos os poderes corrompidos
    Em cada governante há um ladrão
    E quem o cerca é uma corja de bandidos.

    E eles agem em total liberdade
    As leis são falhas pra quem faz as leis
    Roubar é fácil pra quem tem “imunidade”
    Tornozeleiras são coroas para os reis.

    A comunhão que eles repartem entre si
    É o erário que os sem caráter metem a mão
    E se apoderam em completo frenesi
    Sem se importar com o povo, ou a nação.

    Marsoalex – 22/11/2019

  • PARAVRA EM MOTE/ HONESTIDADE// AFLIÇÃO// LIBERDADE// COMUNHÃO

  • TEMPLO DE FÉ

    SEM TER INVASÃO DE PRIVACIDADE

    A FÉ É FOGUEIRA ARDENTE NO CORAÇÃO

    ELA PROPORCIONA TANTA VERDADE

    É O CAMINHO PARA A EVOLUÇÃO

     

    NÃO PODEMOS DA FÉ ESPEZINHAR

    CADA UM RECONHECE DEUS NO CORAÇÃO

    NO TEMPLO DA ALMA DEUS VAI MORAR

    NÃO DESTITUIR DEUS DO NOSSO CORAÇÃO

     

    A FÉ É FOGUEIRA TÃO ARDENTE

    QUE FAZ BRILHAR NA MEDITAÇÃO

    DEUS PAI, CRIADOR ONIPOTENTE

     

    VENHA MORAR, DEUS ONIVIDENTE

    FAÇO DA ALMA TEMPLO EM ORAÇÃO

    PARA RECEBER-TE COM TODA GRATIDÃO

    ( NORMA AP SILVEIRA DE MORAES)

     

  • Gestores

    Palavras em tela:Invasão, fogueira, espezinhar, destituir

  • Gestores

    Indulto.

    Era exorbitante o preço a pagar
    Pelo nada que tu me oferecias
    E tu, ainda, vivias a me cobrar
    Por tudo que eu não te devia.

    Ser maleável tornou-se impossível
    Diante de tua incompreensão
    Permanecer passível era inadmissível
    Ouvindo tanta ofensa, tanta agressão.

    E na junção de raiva e mágoa disfarçadas
    O que era amor em ódio foi se transformando
    As coisas boas foram sendo destroçadas
    Dentro do inferno que nós estávamos vivendo.

    Foi aí que resolvi me dar um indulto
    E do inferno eu decidi me libertar
    Mesmo que o amor ainda esteja insepulto
    Deixo pra você a função de o enterrar.

    Marsoalex – 16/11/2019

  • Palavras em tela:

    Exorbitante, maleável, junção, indulto

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