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Oficina I - Desafio Poético sobre palavras aleatórias

PROPOSTA

Esta oficina destina-se à composição de poemas sobre palavras deixadas aleatoriamente

Regras

1. Ficarão em tela 4 palavras aleatórias para composição.

2. O participante deve compor nas palavras em tela e ao postar seu poema, deve deixar outras 4 palavras para o próximo participante.

4. Os poemas criados devem ser postados na caixa de cima.

Boas inspirações!

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Respostas

  • Palavras em tela: Nilismo, lunação, fiasco, eflúvio

  • Bons momentos.

    Na voluptuosidade dos meus sentimentos
    Eu me entreguei além do que eu podia
    Para viver nem que fossem, uns momentos,
    Sem me dizer o que eu devia ou não devia.

    Eu disse a razão, simplesmente- amorteça!
    Eu não quero ouvir a sua lógica fria.
    Deixe que eu delire, invente, enlouqueça
    E viva do desejo, sem lógica, a magia.

    O veredicto que vier da consciência
    Me cobrando a perda dos sentidos
    Não vai me submeter à penitência
    De pagar por um prazer tão bem vivido.

    Aconteceu de uma forma contingente,
    Mas, eu nunca vou me arrepender
    De viver, mesmo de forma delirante,
    Uns bons momentos intensos de prazer.

    Marsoalex  - 21/01/2019

     

  • Palavras em tela:
    Voluptuosidade/ Emorteça/
    Veredicto/ Contingente

  • Inexperiência

    Me outorga a vida, várias direções.
    Cabe a mim, escolher o que convém,
    Inexperiente segui o coração
    sem pedir opinião a ninguém.

    Fora uma atitude tão de repente.
    Agi com missivel pensamento
    Desse modo de agir, fui dependente.
    A incerteza trouxe aborrecimento.

    Aprendi que nem tudo é tão real
    como parece ser quando se sonha
    O conflito foi demais, foi total.
    A letargia veio forte… medonha.

    A princípio esmoreci, quase morri
    A esperança em vencer quase perdi.
    Mas, com a involução tudo entendi:
    A reflexão em meus dias introduzi.

    Passei a ver a realidade crua,
    Pedi arrego e voltei de onde sai
    Percebi que sozinha eu era nua.
    Em sentimento de amar, investi!
    Márcia A Mancebo
    (20/01/19)

  • Como o professor não aparece, me atrevi a fazer o desafio

  • Palavras em tela: Outorga, miscivel, letargia, involução

  • Trama simplória.

    Com essa voz, assim, esganiçada
    Você fere os tímpanos de qualquer um
    Grita, grita, enfim, nunca diz nada
    O seu discurso não tem teor nenhum.

    Nesse paleio chato, inconveniente
    Ninguém quer de você se aproximar
    De sua lábia solércia, inconseqüente,
    Qualquer um tem aversão, quer se livrar.

    Você não age com argúcia e em folguedo
    O seu discurso não é de brincadeira
    É uma trama simplória e sem enredo
    Um enche saco repetido à vida inteira.

    Ninguém é couve pra agüentar sua mania
    De fazer estronce com tudo que diz
    Numa conversa repartida e vazia
    Sem conteúdo, rumo ou diretriz.

    Por isso, você vive tão sozinho
    O seu discurso lhe deixa isolado
    Sem ter ninguém pra trilhar o seu caminho
    Sem ter, sequer, um amigo ao seu lado.

    Marsoalex – 17/01/2019

     

    • Um enredo bem real sendo expresso na poesia de forma direta. Parabéns 

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