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Oficina I - Desafio Poético sobre palavras aleatórias

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PROPOSTA

 

Esta oficina destina-se à composição de poemas

sobre palavras deixadas aleatoriamente.

Regras

1. Ficarão em tela 4 palavras aleatórias para composição.

2. O participante deve compor nas palavras em tela

e ao postar seu poema, deve deixar outras

4 palavras para o próximo participante.

4. Os poemas criados devem ser postados na caixa de cima.

 

Boas inspirações!

 

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Respostas

  •  Palavras em tela:

    deriva, provação, fato, mel

  • Reviravolta

    Chegastes de mansinho em minha vida;
    Fazendo uma reviravolta nos meus dias.
    Trazendo uma paixão muito atrevida
    Mexendo com a mente ora vazia.

    E o olhar, antes, perdido sem noção;
    Passou a contemplar o teu belo rosto.
    Florescendo amor com admiração.
    Fazendo — me esquecer dos desgostos.

    O sentir sem mira e desalinhado;
    Encontrou meta pra lida seguir.
    Tudo que outrora era desajeitado,
    Organizado fora, para florir.

    Passei a ver nas rosas a beleza;
    Deixei de ouvir a voz da razão.
    Toda aquela obstinada certeza
    Passou de loucura pra devoção.
    E a teu lado, do querer, senti a grandeza:
    Entreguei meu corpo e meu coração!

    Márcia A Mancebo

    05/08/20

  • ENCONTRO MARCADO

    Era encontro de inverno
    E marcado como convém
    Pelo correio moderno,
    Depois que perdi mais de cem!
    Fui então com amor fraterno,
    Prevenindo algum desdém,
    Já adquirido também,
    Nesses encontros do bem!

    Reles conversa...Vazia!
    Mas, ao sair dei de encontro
    Com uma estranha original

    O olhar se cruzou de pronto,
    E até hoje é nosso guia
    Aquele encontro casual!

    Nelson De Medeiros7226069499?profile=RESIZE_710x

    • Excelente, poeta!

      Parabéns.

      Um abraço

  •  Palavras destacadas:   Rosto, Mira, Obstinada, Mente

  • Palavras em tela

    Casual, adquirido, relés, desdém

  • Final

    As palavras, a natureza e o amor;
    Universo da poetisa ao escrever.
    A inspiração nesse mundo sedutor
    Tem finura e retoque, com bela cor.

    Na lembrança o fado a leva distante
    Àquele amor que ficou no passado.
    Fora lindo que a saudade é constante.
    Lágrimas escorrem ao lembrar o amado.

    Cenário com purpurinas pelo ar!
    Corpos colados e muitos carinhos.
    Vozes baixinhas… num sussurrar:
    O êxtase aconchegante no ninho!

    Sobre o lençol impregnado o perfume
    da última noitada que juntos passaram
    Agora a solidão, o cruel queixume
    Na retaguarda do quanto se amaram.

    É transcrito no papel com ternura.
    Detalhando com muita devoção.
    Com sofisticado final à aventura.
    A poetisa ali, enterra o coração…

    Márcia A Mancebo
    29/07/20

  • PALAVRAS EM TELA: Purpurina, Universo, retaguarda, fado

  • Gestores

    Palavras em tela:

    Escrúpulo, Hesitação, Frivolidade, Decência 

  • Gestores

    Melindres

    O SILÊNCIO em sua alma avulta.

    Segue com a CORRENTEZA de sentimentos

    Melindrados e entorpecidos em sua sina. 

    Algozes medíocres de um falso amor.

    Seus pensamentos misturam-se as lágrimas

    A QUESTIONAR o por que de tão torpe destino. 

    Em vão, seus passos vagueiam ao encontro de seu opróbrio.

    Sente PLENAMENTE sua alforria, a dor já não se faz mais presente.

    Maria Angélica de Oliveira - 28/07/2020 

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