🎶Vocação Tardia, Paixão Eterna!🎶
Sou artífice de palavras e alquimista de emoções. Economista por formação, contador por precisão, mas é na poesia que minha alma respira. Após décadas entre números e balanços, também percorri outros caminhos: negociei ouro e prata, vendi carros e roupas, cultivei a terra em meu sítio como produtor rural — tudo na tentativa de deixar a contabilidade, que nunca me encantou, entretanto, sempre me acompanhou.
Mas foi em janeiro de 2004 que encontrei a única atividade que realmente me fascinou: o mercado de renda variável, paixão à primeira vista. Carreguei essa chama junto à contabilidade até 31 de dezembro de 2007, quando vendi meu escritório e decidi dedicar-me ao que amava. Desde que me aposentei, trilho os labirintos da Bolsa de Valores como trader e investidor — e também os labirintos da alma como coach.
Enquanto isso, a poesia dormia, mas foi em 2018 que este segundo amor, poético, antes adormecido, despertou com fúria mansa e me tomou por inteiro. Escrevo contos, microcontos, crônicas, fábulas, pensamentos e poemas que dançam entre o romântico, o lírico e o humorístico. Não sou rascunho — sou reescrita constante. Sou João Carreira, poeta por vocação tardia e paixão eterna. E a seguir, deixo meu manifesto contigo.
🎶Manifesto da Memória e da Ternura🎶
Eu me revelo como Poeta do Tempo e da Ternura, e hoje caminho em espiral: desço pelas catacumbas da memória, onde cada vestígio respira em silêncio. A semântica do que vivi incandesce meus passos como lâmina tênue da aurora e da alvorada que recorta o ontem e acende o agora.
As lembranças surgem como arcanos que se desdobram — manuscritos de luz que se recusam a fenecer. Cada gesto recolhido, intacto, repousa coalhado de ternura, como se o próprio tempo o envolvesse em tecido sagrado para preservá-lo do esquecimento.
A memória não é distopia: é travessia. Uma ponte suspensa entre o que fui e o que ainda ouso ser. Ela me restitui rostos e silêncios, devolve-me vozes que pensei perdidas, e as verte em versos que queimam suave, como brasas devotas de um rito íntimo. Escrevo com o que recordo, mas também com o que me foge da memória. Pois até o esquecimento carrega ternura: ele me mostra o valor do instante que permanece e a beleza das fagulhas que resistem à sombra.
Habito a dobra exata entre o ontem e o agora. De lá recolho o pó das horas e o transmuto em poesia, numa alquimia que me faz guardião do que pulsa e do que perdura. Em mim se manifesta o Poeta da Memória, aquele que vê bólidos riscando o firmamento, mas preserva — na palma da mão aberta — o brilho que nunca se extingue.
Mas não caminho sozinho: convoco cada leitor, cada alma sensível, a também se tornar guardião da memória e da ternura. Que cada um recolha seus próprios vestígios, que cada gesto seja preservado, que cada lembrança se transforme em chama. Pois o manifesto não é apenas meu: é nosso. Somos todos poetas do tempo, todos alquimistas da ternura, todos os guardiões daquilo que resiste ao esquecimento.
🎶"Reflexão do Poeta do Tempo e da Ternura!"🎶
Ao ler o Manifesto da Memória e da Ternura, percebo a voz de um poeta que desce às profundezas do tempo para trazer à luz tudo o que não se deixa apagar. Cada lembrança se revela como arcano luminoso, e cada gesto, mesmo tênue, conserva uma ternura que o tempo não consome. A metáfora da memória como travessia me conduz ao entendimento de que sou feito daquilo que permanece, mas também do que se desfaz. O poeta recolhe o pó das horas e o transmuta em permanência, numa alquimia que transforma o íntimo em verbo eterno. Assim, compreendo que este manifesto não é só declaração: é rito, canto e celebração daquilo que resiste ao esquecimento.
🎶 Minha Origem! 🎶
Nasci em Andradina, interior de São Paulo, onde vivi por vinte anos. Foi lá que conquistei meus dois primeiros canudos — Ciências Contábeis e Economia — ainda tão jovem, com apenas vinte anos. Deixei minha cidade natal com a ousadia da juventude e o desejo de buscar horizontes maiores. Campinas me recebeu como palco de possibilidades: grande o suficiente para os sonhos que Andradina já não comportava, e fértil para o que eu queria construir. E, lá se vão cinco décadas, hoje tenho dúvidas de qual das duas é minha terra natal! Você acha que uma balança ajudaria?
Fim!
©JoaoCarreiraPoeta. — 01/02/2026. — 10h36 —.



Comentários
Feliz Aniversário, João Poeta
Hoje o tempo se curva em verso
para celebrar teu existir,
João, que transforma o universo
em palavras que fazem sentir.
Tua alma escreve em silêncio
o que muitos não sabem dizer,
teu olhar recolhe o imenso
e devolve em forma de viver.
Que a vida te dê mais poesia,
mais instantes de inspiração,
e que nunca te falte a magia
que transborda do teu coração.
Que teus dias sejam estrofes leves,
teus sonhos, rimas de luz,
e que Deus, em detalhes breves,
te guie por onde conduz.
Parabéns, poeta da vida,
que encanta sem perceber…
Que tua história seja sempre escrita
com o verbo mais lindo: viver.
Teeh
https://casadospoetasedapoesia.ning.com/publicacoes/feliz-aniversar...
https://casadospoetasedapoesia.ning.com/publicacoes/feliz-aniversar...
Obrigada pelo carinho da sua amizade, João!
Bom dia minha flor, eu é que agradeço por tudo. Bjus.
BEM VINDO DE VOLTA JOÃO!
Obrigado por tudo Margarida.
#JoaoCarreiraPoeta.
Boa noite poeta João Carreira.
Seja, novamente, bem vindo! Lamento o incidente com seu perfil. Ao tentar atualizar seus dados, você o excluiu.
Saudações poéticas!
-
1
-
2
de 2 Próximo