Posts de Editt Schimanoski de Jesus (1374)

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Um Sábado

É fim de semana...
O sol quente, como uma chama.
Os trabalhadores, vão as compras
O supermercado está lotado.

O corre, corre, nas compras de hoje
Os alimentos para a semana
Percorremos, longos corredores
Olhamos os preços, estão nas alturas.

Esse é um momento de satisfação
Comer é preciso, não perca o juízo.
É preciso ficar dentro do orçamento
Cuidado com o pecado da gula.

A vida é movimento e labor
Até na hora de fazer as compras
É um misto de alegria e cansaço
O momento é um verdadeiro talagaço!

 

Editt Schimanoski de Jesus.

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A Melodia do tempo

O sol esmaecido, sem cor.
A brisa mansa e silenciosa
O choro da criança, enche a casa
Os pensamentos voam ao longe.

A vida segue a sua rotina.
Com trabalho e contentamento
O poema é que muda de tema.
Alegre ou triste, como se apresenta.

A vida é uma ciranda que se repete
Feita de ciclos e estações definidas
Momentos de espera e alegria.
Um caminho de chegada e partida.

Saudoso presente, o tempo de agora
A aprendizagem acontece todos os dias
Seguimos em frente, de cabeça erguida
Com a alma leve, e coração agradecido.

 

Editt Schimanoski de Jesus.

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Vida que Segue

Neste outono da minha vida
Que agora eu desfruto
De passos lentos e curtos
Cheios de lembranças de outrora.

A rotina que hoje eu tenho
É o desenho das escolhas que fiz
Não moro num palácio, grandioso
Mas tenho tudo o que preciso.

Estou bem de saúde, Graças a Deus
Alguma dorzinha aparece...
Mas, logo eu mando a dor embora
Sou saudável, eu declaro agora.

Quando a solidão chega de mansinho
Querendo bagunçar o meu ninho
Ponho uma música para bailar
E convido a alegria, para comigo dançar.

Quando o frio do momento chega
Volto lá na primavera amiga
Lembro-me dos dias ensolarados
E das flores, que enfeitaram a minha casa.

 

Editt Schimanoski de Jesus.

 

 

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Reviravolta

Penso nas voltas que o mundo dá
Se hoje tudo é sonho e calmaria
Nem sempre foi assim, um dia.
A desilusão e a incerteza, pairava lá.

As prioridades alvissareiras...
O futuro era distante, delirante.
Quase impossível de atingir, chegar.
Caminhava com esperança de vencer.

Um dia a tempestade chegou
Ventos fortes abalaram, ventaram.
E tudo arrasou. Destruiu e tudo levou.

Com a força da mudança no caminho
O recomeço, o novo cálculo da rota
Um novo ciclo, uma grande, reviravolta.

 

  Editt Schimanoski de Jesus.

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Liberdade! Liberdade!

A liberdade de escrever
Poder falar de saudade
Dar asas aos meus sonhos
Dizer o que é felicidade.

Liberdade que eu encontro
Na escrita, de poemas e conto.
O meu céu feito de versos
A magia, poesias e castelos.

A liberdade da poesia livre
Sem rimas, sem métricas
Com poucas palavras dizer muito
E com muitas, dizer pouco.

E nas entrelinhas...
Eu posso deixar subentendido.

 

 Editt Schimanoski de Jesus.

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Um Dia

Acordou a poesia...
Lentamente, nascia a inspiração.
Como o vento que sopra do sul.
Levantando a poeira do caminho.
Fazendo uma revolução.

Nascia a poesia...
Num momento, de tempestade
Quando a vida se ressentia...
A alma se achava sem guarida
Buscando o sol da liberdade.

Os versos da poesia...
Chegaram de mansinho, com carinho.
Fazendo rimas e melodias.
Levantando o meu astral,
Trazendo alegria e contentamento.

A canção da poesia...
Ela trouxe a cura para as feridas
Alento para o coração dorido
O talento é propósito de vida
A beleza estampada em cada poema.

 

Editt Schimanoski de Jesus.

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Rompante

Homem com rompante
Orgulhoso e sem limite
Se julga o dono do mundo
Age sempre por impulso.

Com uma ânsia de poder
Tem a arrogância violenta
O grande desejo dominador
Um perfil de imperador.

Homem arrasado e caído
Agora sem argumento e sem brilho
Nariz empinado, nega o fracasso
Cheio de arroubos, ainda resiste.

Com impetuoso furor sobrevive
Como rocha, dura e firme
Mesmo lapidada, moldada.
Ainda se mostra resistente.

 

  Editt Schimanoski de Jesus.

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Ele Chegou

O Outono chegou, com calmaria.
Trazendo a mala amarela
A terra quer um descanso
Está exausta depois da colheita.

Dias de brisa mansa, refrescante
Tapetes dourados no chão
Menos calor, temperatura amena
Esperança para o meu coração.

O sol esmaecido, chega de mansinho
Sem fazer alarde, suavemente
A nova estação chegou sorridente.

A natureza se despe aos poucos
As folhas, são levadas pelo vento
Ela dormirá por certo tempo...

 

  Editt  Schimanoski de Jesus.

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Mil Poemas

Mil poemas eu faria
Só para ver o teu sorriso
Se abrindo como a flor
Dizendo: Eu sou o teu amor!

Mil poemas eu te diria
Sonhando ao luar
Abandonada nos teus braços
Louca para te beijar!

Mil poemas eu escreveria
Se pudesse voltar no tempo
Sem medo de amar
Outra vez, eu queria sonhar!

Mil poemas eu faria
Se como outrora...
Eu te encontrasse
E para sempre me amasse!

 

 Editt Schimanoski de Jesus.

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Um Encanto

Um sol bonito visita o meu pago
Eu acolhi esta tarde, cheia de alegria.
Dei asas ao meu poema amigo
E acordada, volto sonhar contigo.

Voltei no tempo, como se fosse agora
Quando os nossos olhares se cruzaram
Sedentos de amor, se entenderam.
Ali começou, o romance de outrora.

A saudade ainda dói no peito meu
Lembrando aqueles momentos lindos
As palavras ditas: O meu amor, é só teu

O destino traiçoeiro, mudou tudo
O meu castelo de amor, que ruiu
Você é a lembrança, o amor que sumiu.

 

Editt Schimanoski de Jesus.

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Uma Paisagem

Vejo uma paisagem, no fim da tarde
Ao longe, o horizonte azul, azul...
Montanhas verdes, bem ao sul
O céu azul escuro, com nuvens brancas.

O rio azul-claro, com ondas claras
Os barquinhos tão longe...
Mal as vistas alcançam
Tudo parece azul, vários tons

Na outra margem do rio...
Muitas pedras e alguns arbustos secos
Pedra sobre pedra, solo pobre.
Com poucas cores, se faz essa paisagem.

 

 Editt Schimanoski de Jesus.

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O Canto da Natureza

Ouvir o canto da natureza
Que é viva e pulsante...
A pequenina fonte, canta
O riacho tem a sua sinfonia.

Os pássaros e sua cantoria
Fazem festa, de galho em galho
Cada um tem a sua melodia...
Uma beleza, uma harmonia.

O vento e a brisa que passam
Suaves e perfumadas
Os galhos em represália, na tempestade.
Árvores num ranger, amedrontadas.

Os pequenos insetos, abelhas a zunir
O grilo com a sua serenata, à noite.
As mariposas que batem asas
Os vaga-lumes, com seus, pisca, piscas.

A saracura do banhado, faz um alarde
Cantando no fim da tarde, pede chuva
É um canto triste, é quase um lamento.
O Quero- Quero da pampa faz uma gritaria.
E para todos ele anuncia, a chegada das visitas.

 

  Editt Schimanoski de Jesus.

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Florescer

Cada um lança as sementes
E cria o seu jardim, na vida
Com trabalho, ações e palavras
O universo está atento aos desejos.

Depois que planta, espera florescer
E finalmente darão os frutos...
A esperança é de boa colheita.
Por isso lancemos em terra fértil
As boas e produtivas sementes.

A vida não é simples não...
Precisamos de sabedoria e bom senso
Tudo na vida vai e volta, sem segredo.
É muito importante na vida, ter equilíbrio.

A nossa postura sempre diz, quem somos
O nosso comportamento nos revela.
O nosso caráter é o nosso espelho
Ali podemos ser a bela ou a fera.

 

 Editt Schimanoski de Jesus.

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Alma Sedenta

Alma sedenta de sorrisos...
Ela quer a paz que vem do paraíso.
A bandeira branca tremulando.

Alma sedenta de amor, restaurador!

Alma que quer descobrir o mundo
Voar pelo céu, desbravar o infinito
Uma missão, luminosa e divina.

Aspira uma vida de paz sem guerra!

 

Editt Schimanoski de Jesus.

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A Voz da Poesia

Ouço a voz poderosa da poesia
Quando chega, ela ganha vida
Mergulhada no sentimento

Quando brota a singela inspiração
Ela vem com poder, revelando
O misterioso amor do coração

A poesia é música de violino

São os acordes tocados na alma.

 

 Editt Schimanoski de Jesus.

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O Céu ou o Paraíso

Eu sempre ouço dizer...
Que a vida verdadeira é no espírito
Que depois do desencarne
Iremos para o céu, morar com Deus.

Acredito ser mesmo o paraíso
Onde a dor já não existirá...
A doença não terá vez, o espírito não morre.
Não viveremos mais o luto.

O próprio Deus habita o céu
E enxugará todas as lágrimas
Viveremos rodeados de anjos
A alegria dos irmãos transcende.
Será lá, a verdadeira vida de paz!

 

Editt Schimanoski de Jesus.

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O Nosso Luto

Sabemos que aqui viemos
Para viver um certo tempo
A passagem parece tão certa
Mas, nunca estamos preparados.

Não queremos perder ninguém
Nenhum afeto querido...
Nenhum amigo de caminhada
Mesmo sabendo, que todos partiremos.

Lutamos com unhas e dentes
Para sermos curados, para vencer a doença
Algumas tão dolorosas e ingratas
Com dores insuportáveis!

Sofrer com fé, edifica a alma
Lapidando de todo o orgulho
Nos faz sofrer com calma e paciência
Resignada na dor do luto.

 

Editt Schimanoski de Jesus.

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O Entardecer Nostálgico

A tarde chega de mansinho
A saudade das tardes outonais
A correria da criançada, de tardinha.
Tempo bom que não volta mais!

Quando a turma voltava da escola
Era uma zoada de gargalhadas e brincadeiras
Sem nenhuma preocupação
Catar coquinho no caminho, era diversão.

O sol já ia sumindo no horizonte
E a brisa fresca passava na pampa
Nós bebíamos da fonte, água cristalina.
Passavam no riacho, meninos e meninas.

Andavam a pé por longas distâncias.
A turma de crianças na mesma estrada
Contando histórias, e dando risadas
Tudo era bom, era a nossa realidade.

 

  Editt Schimanoski de Jesus.

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Árvore Luminosa

A boa semente de luz
Sempre germina e dá frutos
O bem sempre vence o mal
A luz, ilumina as trevas.

A verdade é o farol do bem
A solidariedade é a mão amiga,
Estendida nas horas mais difíceis.
O abraço é o conforto e alento.

A caridade sem vaidade...
Que ajuda sem se exaltar
A mão que dá, sem a outra saber
Que quer, ver a outra pessoa bem.

O desapego que podemos ter
O trabalho em prol da sociedade
Visando o bem estar de todos
Sem ter a ambição de poder.

Liderança de verdade, uma luz.
Fará a diferença no mar das trevas
No lamaçal da corrupção e violência
Será o contraponto e eficiência.

A boa semente de luz
Sempre germina e dá frutos
O bem sempre vence o mal
A luz, ilumina as trevas.

A verdade é o farol do bem
A solidariedade é a mão amiga,
Estendida nas horas mais difíceis.
O abraço é o conforto e alento.

A caridade sem vaidade...
Que ajuda sem se exaltar
A mão que dá, sem a outra saber
Que quer, ver a outra pessoa bem.

O desapego que podemos ter
O trabalho em prol da sociedade
Visando o bem estar de todos
Sem ter a ambição de poder.

Liderança de verdade, uma luz.
Fará a diferença no mar das trevas
No lamaçal da corrupção e violência
Será o contraponto e eficiência.

 

Editt Schimanoski de Jesus.

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Aqui da Janela

Do alto do edifício
Do décimo segundo andar
Eu abro a janela, maravilhada
Eu vejo o majestoso mar!

O céu azul se funde com o mar
O horizonte, azul, azul...
As ondas a me encantar
Que maravilhoso, vem as areias beijar!

À noite vejo a cidade iluminada
Carros que vão e voltam
Parece que ninguém dorme
O céu estrelado, a lua passeia.

A brisa do mar, me tocam o rosto
Os cabelos, soltos ao vento
Como é bom respirar, aqui na orla.
É uma renovação, com boas energias.

 

Editt Schimanoski de Jesus.

Saiba mais…
CPP