Posts de Editt Schimanoski de Jesus (1414)

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Abrandando

Abrandando o meu tempo
Andando com passos lentos
Suavizando os pensamentos
Neste tempo de correria.

O outono da vida nos ensina
Que a calma descomplica
A experiência nos habilita
E nos faz, amenizar a jornada.

Suavizar o tempo de espera
Confiar e reduzir, o passo
Saborear a vida com gosto
Com simplicidade e verdade

Abrandando e desacelerando
Diminuindo o rompante
Sabemos que não somos perfeitos
E que daqui não levaremos nada!

A poesia para mim é calmaria
É doce mel, que me faz bem
É como degustar a doce maçã
O poema, letra por letra, escreverei.

 

Editt Schimanoski de Jesus

 

 

 

 

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O Mapa do Coração

Como desenhar o mapa do coração
Um lugar tão delicado e abstrato
Tão incerto, tão encantado e amado
Cheio de luz, amor e emoção.

Como saber a distância do caminho
E descobrir a rua certa da felicidade.
Eu quero saber as esquinas do sentimento
Preciso identificar, o jardim da saudade.

Como ver os emaranhados do amor
Complicado e espelhado na razão
As confusões e loucuras do coração.

Como não magoar o complicado coração
Como identificar no mapa do amor
O sabor amargo, de uma louca paixão?

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A Luz da Tarde

Na calmaria desta tarde...
Ensolarado está o meu pago
Uma saudade, invade o peito
De alguém que longe está!

O sol claro, deste outono
Trás um pouco de alento
Para quem, sente o abandono
Pela tua, decisiva ausência.

Uma melodia triste ainda ouço
A partida, e a falta de despedida
O vazio que deixou na minha vida.

Além do tempo e da distância
Sinto ainda o seu menosprezo
Ainda alimento, uma esperança.

 

Editt Schimanoski de Jesus.

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Limpeza Mental

Uma música calma
Que me alegra a alma
Uma limpeza mental
Elimina todo o lixo, acumulado.

Eu preciso sorrir mais
Quero a inspiração
Escrever, poema de amor.
Esquecer a tristeza e toda a dor.

Somos humanos, imperfeitos.
Erramos e nos desculpamos
Caímos e levantamos...
Somos aprendizes do tempo.

Serei grata pela vida
Pela saúde e conquistas
Viajora, deste tempo lindo
Autora dos versos da poesia.

 

Editt Schimanoski de Jesus.

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O Desânimo

Passo pelo deserto
Dias incertos assim
Uma solidão no peito
Desânimo dentro de mim.

As incertezas da vida
A dureza do caminho
Os desencontros...
A falta de vontade

Até os meus versos
Trazem a tristeza
Que os meus olhos veem
A alma sente os vazios.

Quero o poema remédio
Que cure o coração
A cura do tédio, insano.
Preciso de mais emoção.

 

 Editt Schimanoski de Jesus.

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Noite Insana

Na cabeça, mil pensamentos
O peito aberto, ferida exposta
As lágrimas são rios que correm
Sem destino certo, sem medos.

Noite insana, rolo na cama
Me falta o ar puro da noite
A tristeza é o que me aconchega
O choro é o último remédio.

Logo eu, que sempre superei tudo
A minha fortaleza hoje desaba
Sou um ser frágil, que naufraga.

Sem piedade, feriram-me, de morte
Preciso de uma mão amiga...
Alguém que me ouça, um braço forte.

 

  Editt Schimanoski de Jesus.

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Meu Pago Dourado

Céu dourado
Calmaria no meu pago
o sol
vai se despedindo, sorrindo.
Meu lindo
Espiando, entre os morros.
Ora, aparece
E depois, ele desaparece.
Brinca comigo
De esconde, esconde, reaparece,
Meu amigo.

 

Editt Schimanoski de Jesus.

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Um Grande Turbilhão

Um turbilhão de pensamento
Uma agitação cotidiana, intensa
Uma reviravolta na minha cabeça
Sentimentos, se apoderam de mim.

O dia é corrido, com muita agitação
Todos dizem falar a verdade
Todos gritam ao mesmo tempo
O povo, clama por liberdade.

Que tempo é esse que vivemos?
Uma agitação, confusão entre as pessoas
O mundo, têm situações caóticas.

É muita informação de uma só vez
Esse mundo conectado, é um estresse
Girando, girando, muito rápido talvez!

 

Editt Schimanoski de Jesus.

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Canção Nostálgica

Noite escura, sem estrelas
Carregada de nostalgia
Uma canção andina ao longe
Quer afogar as mágoas e agonia.

Lembra as montanhas bem altas
E um Condor planando no céu
As flautas verticais, feitas de bambu
Produzem sons melancólicos
Essenciais na música folclórica do Peru.

A mágica Flauta tem a ancestralidade
Do povo andino, no sopro do tempo.
Na alma de um povo, a sua tradição
O jeito de se expressar, com a música.

 

 Editt Schimanoski de Jesus.

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Noites Frias

Noites frias deste outono
Temperaturas baixas...
Tem muita gente dormindo na rua
Deitados ao relento
Com poucos agasalhos.

Uma cama quentinha é boa
O sono reparador também é
Roupas de lã, agasalhos decentes
Uma boa xícara de leite com café.

Uma riqueza, um teto como abrigo
Alimentos quentinhos...
Um banho morno, para relaxar.
Um lugar garantido para voltar.

O vento minuano sopra forte
Fazendo alvoroço nas taquaras
Com força vergando as varas
A louca ventania, sacode a pampa.

 

 Editt schimanoski de Jesus.

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Poema Mãe

O meu poema hoje
É para ti mãe querida
O meu amor primeiro
O meu tudo, a minha vida!

A saudade bate forte
Neste mês, dedicado as mães
São lembranças lindas
São as alegrias, do coração
Mãe o meu anjo lindo
A minha doce canção!

Mãe o meu colo, o meu abrigo
O abraço que não tenho mais
O sorriso, que era a minha luz
As tuas bênçãos na chegada
E também na despedida...

Mãe, a minha eterna lembrança
Uma estrelinha brilhante do céu
As minhas raízes, a minha força.
O amor que plantaste em meu coração.

Mãe o meu farol do bem.
A Minha Santa. Minha Deusa.
A minha bela rainha!

 

Editt Schimanoski de Jesus.

 

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Neste Meu Momento

Este momento é sagrado
É dedicado a poesia que adoro.
É como se eu rezasse, uma oração
É um alento para a minha alma
A felicidade do meu coração.

Nada chama a minha atenção...
Os meus olhos estão fitos nos versos
Estou conectada com a inspiração
Dom que Deus me deu, talento emoção.
É um exercício diário, um aprendizado.

Considero um tesouro descoberto
Ou talvez, seja a minha missão de vida
Sei que, quando eu escrevo, me sinto
Muito perto do céu, a alma fica em paz
O meu coração se aquieta, e escuta.

Neste fim do dia, na calmaria do pago
O vento é potro xucro, solto no campo
O poema desta hora é o meu deleite
Os versos que Deus, me deu de presente.
Eu estou nas alturas, realizada e contente.

 

Editt Schimanoski de Jesus.

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O Cansaço do Dia

O sol esmaecido e cansado
Vai sumindo no horizonte
O esforço de todos, na correria
A ansiedade, do dia a dia...

A noite chega trazendo o alento
O merecido descanso do corpo
Momento sagrado...
De por cabeça no travesseiro.
E dormir feito um anjo.

A mente e o coração descansam
Recarrega as baterias, boas energias.
Esquece as dores do dia...
Deixa a poeira baixar, relaxa.

Amanhã é um novo dia
E o que me aborreceu hoje,
amanhã já é passado.
Página virada. Nova conexão.
Novos deslumbres do coração.

A cada dia, novos desafios
A cada manhã, nova aurora
O sol que nasce cheio de luz e vida
A cada noite, o descanso e refazimento.

 

Editt Schimanoski de Jesus.

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Mãe, Hoje a Saudade Bateu!

Hoje bateu a saudade
Do seu belo sorriso
Da canção e dos versos
Que declamava para mim.

Lembro-me da sua alegria
De viver todos os dias...
E o amor que nos deu
Sempre dizia que os filhos
Eram os seus eternos tesouros!

Hoje senti saudades, do seu abraço.
Dos nossos longos papos
Da sua comida gostosa, feita com amor.
O pão feito no forno de lenha
Ainda posso sentir o aroma.

Senti saudade de rezar contigo
E cantar a mãezinha do céu
Quero dizer que te amo, e sinto a sua falta.
A Minha mãe está outro lado,
Ela foi morar com Deus!

 

Editt Schimanoski de Jesus.

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Flauta Seresteira

Uma flauta manhosa
Chora numa melodia
Seresteira do anoitecer
Canção alegra o meu ser.

A calmaria agora se aninha
A minha alma até canta
Numa elevação contrita
Eu descanso nesta hora.

A harmonia desta sinfonia
Harmoniza todo o meu ser
Nesta conexão com a natureza
No deslumbrante, anoitecer...

Ficar assim extasiada, relaxada.
Ver o último raio de sol, desaparecer
Posso ouvir a fonte murmurar
Uma flauta seresteira cantar.

 

 Editt Schimanoski de Jesus.

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A Janela do Coração

Abro a janela do meu coração
E recebo uma luz bondosa
A alegria do novo dia, a emoção.
A energia que chega silenciosa.
Eu deixo a vida cantar e fluir
E sigo em frente, sem desistir
Sinto renascer em mim uma paixão
Um novo tempo, vida primorosa
Abro a janela do meu coração
E recebo uma luz bondosa.

 

 Editt Schimanoski de Jesus.

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A Pororoca

A estrondosa Pororoca
O encontro do mar
Com as volumosas águas dos rios...
Comum na Amazônia.
É procurada pelos surfistas.

A coragem de cavalgar
Nas imensas ondas da pororoca
As águas doces se misturam com as salgadas
Um fenômeno da natureza
Produz grandes erosões.

Um grandioso estrondo, o destruidor
Águas claras e escuras se misturam
O termo tem origem no Tupi- Guarani.
As ondas gigantes, podem atingirem seis metros.

 

Editt Schimanoski de Jesus.

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Entardecer Dourado

O céu dourado, neste entardecer
As águas do mar douradas
Ondas prateadas...
Areias cor de ouro,
O horizonte é um tesouro.

Estou encantada, o frio até aquece
O meu olhar fixo no meu pago
A tarde convida para tomar o chimarrão
O doce amargo da tradição!

O sol deixou um rastro dourado
O céu reluzente, joia rara...
Um próspero entardecer
Aurora bendita, cogita, novo amanhecer.

Deslumbrada com essa noite dourada
A lua cheia, passeia na pampa amada
Estrelas são luzeiros, lindos candeeiros
Iluminando o céu do meu torrão.

 

Editt Schimanoski de Jesus.

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A Boca da Noite

Uma chuva fina, molha a vidraça
Na boca da noite, já escurece
As sombras e muitos relâmpagos...
O vento forte, tudo sacode.

A escuridão trás os fantasmas
O medo do escuro da infância
Eu cobria a cabeça para dormir
O coração, parecia sair pela boca.

A nossa mente, tem medo
A escuridão nos apavora
Imaginamos o pior, lá fora
A boca da noite nos engole.

 

 Editt Schimanoski de Jesus.

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