Posts de Editt Schimanoski de Jesus (1322)

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A Leveza

Eu quero a leveza da vida
O vento que passa e deixa uma brisa
Perfumes de flores pelo ar...
Eu quero água cristalina, descendo da colina.
Eu gosto das majestosas ondas do mar.

Eu quero uma vida simples e deliciosa
Pés descalços na terra molhada
Depois da abençoada chuva de verão
Amo uma melodia suave pela manhã
Cantos de passarinhos, que toque o coração.

Um mate à beira do fogo, nas manhãs frias
Aquece o peito, anima a alma sequiosa
O abraço apertado, de quem temos saudade
A alegria do encontro, a lágrima na face.

Escrever poesia, nesta tarde fagueira
O poema que chega levinho, como folhas,
Que o vento leva para onde quiser
O mel fresquinho para comer de colher.

 

Editt Schimanoski de Jesus.

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O Último Raiozinho

No fim da tarde ele deu as caras
O último raio de sol...
Entrou na varanda espiando
Pela janela entre aberta...
Sorriu e disse, estou aqui!

O horizonte se encheu de luz
O céu bordado, com fio dourado
O meu pago está iluminado
Com o último raiozinho de sol!

 

  Editt Schimanoski de Jesus.

 

 

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Cadê a Inspiração?

Onde está você nesta tarde?
O céu está nublado...
Já choveu, lavou o céu.
Estou inquieta, buscando inspiração.

O mundo em festa, é carnaval.
É feriado.
No coração, estranha emoção
É a saudade, que chega sem graça.
E me deixa sem ação.

No peito um vazio toma conta
É um estranho sentir.
Não gosto da tristeza
A melancolia está aqui!

Não faz parte de mim, essa leseira
Os versos, não chegam
O otimismo sucumbiu
Amanhã é quarta feira, de cinzas.
A minha ressaca, sem folia...

 

 Editt Schimanoski de Jesus.

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Vida Real

Vivo a vida real sem filtro
Sinto as dores reais do momento
E a alegria quando chega
Acarinha a minha alma
Alivia os meus medos.

A vida do cotidiano é para os fortes
Desafios chegam a toda hora
Eles abalam as nossas estruturas
O sonho da felicidade, fica para o futuro.

Cada ano esperamos com fé...
Pedimos a proteção de Deus
Alimentamos no recôndito da alma
Uma esperança salvadora, renovadora.

Esperamos que a saúde seja restaurada
Que a prosperidade, nos surpreenda.
Que a natureza dê uma trégua...
Que o sofrimento, traga lições.

A rotina segue, os conflitos chegam
A alma vai aos poucos sendo lapidada
O sonho volta e sem revolta, ainda sonha
Acredita no amanhã, ama hoje...
Sofre calada, sem dizer nada.

 

Editt Schimanoski de Jesus.

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Os Corais

A fauna e a flora do mar
Os corais nos encantam
Parecem árvores coloridas
Galhos exóticos cor de laranja.

Os corais azuis, e verdes
A floresta, árvores à beça
Parece cachos de frutas
Poderiam ser gostosas uvas.

O que falar dos peixes coloridos
Azuis e vermelhos, amarelos...
Parece pintados de ouro
Quem os fez? Com tanta perfeição?

Peixes, enormes baleias e tubarões
As tartarugas e arraias...
O peixe elétrico, os pintados, são tigres do mar
Tainhas e sardinhas... E tanto mais...

 

Editt Schimanoski de Jesus.

 

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Uma Mensagem

Uma mensagem de amor
E de respeito ao semelhante
O meu direito termina onde...
Começa o direito do outro.

A gentileza com atitudes nobres
Cuidadosas e afáveis com o próximo
Gestos simples, sorrisos e agradecimentos
Promove um ambiente mais humano.

Envolve a delicadeza e nobreza de caráter
A atenção a necessidade do outro
Cumprimentar, pedir licença e elogiar.
Ser educado e ter cuidado no trânsito.

 

 Editt Schimanoski de Jesus.

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Um Céu Cor de Água

Depois da chuva que caiu
A pampa verde sorriu
A plantação alegrou-se
Há esperança de boa colheita.

O céu cor de água, azul claro.
Agora rabiscado de dourado
A brisa mansa, passa pelo pago.
O tempo, para tomar o mate amargo.

Uma canção gaúcha toca no rádio
Olhar firme no horizonte...
A inspiração vem da fonte
O doce poema, poesia morena,
Editada na tarde, enamorada do pago.

 

  Editt Schimanoski de Jesus.

 

 

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Café e Bolinho de Chuva

A chuva caiu na pampa quente
E trouxe alento e frescor
A terra sedenta absorve,
gota a gota, desta água bendita.

O campo ficou verdejante
A brisa refrescante pelo campo
Inspira o gaúcho da lida bruta.
Ele agradece, a chuva que desce.

Entrei na cozinha e me deu vontade
De tomar um café com bolo frito
O aroma encheu a casa no momento
Poemas, bolinhos de chuva e café preto.

Essa perfeita combinação, me trouxe,
Lembranças de outrora, lá no Sitio,
Quando chovia a nossa mãe fazia
Os gostosos bolinhos de chuva
Bem docinhos, uma delícia, uma festa!

 

Editt Schimanoski de Jesus.

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O Simples

Ser descomplicado
Não é múltiplo e nem duplicado
Singelo sem ornamentos
Sem elementos rebuscados.

Simplicidade no viver, conformado.
Tem alegria que contagia.
Não reclama de nada
É gente rara, mas, existe.

Simples, não é egoísta
A vida é sempre uma festa
Uma celebração
O sorriso é farto
Tem uma conexão, alma e coração!

Gente simples, não tem maldade
Alma boa e transparente
Um bom amigo.

 

 Editt Schimanoski de Jesus.

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Um Cochilo

Depois do meio dia
É bom tirar um cochilo
Descansar o corpo e relaxar a mente.
Carregar as baterias.

Outrora era quase impossível
Na correria do dia a dia
O trabalho não me permitia.
Hoje já me permito tirar uma soneca.

Nestas tardes quentes, me dá uma leseira
Fico piscando miúdo, naquela cadeira de balanço
E logo tiro uma pestana, sem querer.
Eu me entrego ao sono, como uma criança.
Abandonada no colo da esperança.

 

Editt Schimanoski de Jesus.

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Inconformada

É rebeldia, é inconformismo
Não aceito certas situações
As injustiças no mundo
Para mim vai na contramão.

Os meus princípios eu defendo
A honestidade e moralidade
Eu trouxe, tudo isso de berço
Não posso aceitar o contrário
Pois então seria um contrassenso.

O mundo mergulhado em guerra
A corrupção, tratada com normalidade
A vida está sendo banalizada...
Mulheres são mortas, todos os dias.

O grito de socorro, já está abafado
Já há uma paralisia, um cansaço
A sociedade não está se acostumando
O medo está nos calando... Inconformados.

 

 Editt Schimanoski de Jesus.

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Habitando em Mim

No movimento do tempo
O relógio não para de andar
A rotina do dia, me fala...
Siga em frente sem reclamar.

Olho no espelho e me vejo
O olhar cansado e sem brilho.
Que revela os caminhos que trilhei
Carga pesada que carreguei.

Sempre corri contra o tempo
E me virei do avesso, sem perceber.
Foram tantos trabalhos e compromissos
Os dias se foram sem eu ver.

Hoje eu viajo nos meus versos
Sonhando, quero chegar no destino
Habito feliz, na minha casa que construí
Carrego no coração o meu tesouro
Eu gosto, de me amar, eu vivo em mim.

 

Editt Schimanoski de Jesus.

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Alma Sequiosa

Sedenta por conhecimento
Segue um caminho certeiro
faz da sua vida um poema
De alegria ou de tristeza.

De cabeça erguida ela vai
Corajosa, ansiosa e desejosa
Amplia os seus horizontes...
Quer beber da sagrada fonte.

O poema chega de manhã
Na aurora dourada do dia
Vem ao meio dia, sol à pino
À tardinha, vem na despedida.

Alma sedenta de poesia
Refugia-se, no silêncio dos versos
Na magia do seu poema
Tem felicidade e alegria.

 

   Editt Schimanoski de Jesus.

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Todo o Brilho

Todo o brilho vem de dentro
A beleza é temporária...
Logo os sulcos no rosto aparecem
A alma e sua essência permanecem.

A força é um fogo ardente, abrasador
A determinação e a confiança
O sol que nasce no coração
A estrela brilhante da esperança.

A luminância já nasce com o indivíduo
Que tem agudeza do espírito
Qualidade primorosa que eleva
Que tem a vivacidade e alegria.

No olhar trás a força do cheguei
Ilumina o ambiente, é notável.
O leonino é cheio de qualidades
Tem o brilho estampado do astro rei.

 

 Editt Schimanoski de Jesus.

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A Saudade do Mar

Nesta saudosa, tarde quente.
Beirando à quarenta graus
Lembro-me dos outros verões
Saudades do banho de mar.

Cavalgava nas fartas ondas
Que chegava com muita força
com grande vontade de beijar...
As areias brancas, sedentas de amar!

Ainda posso sentir a brisa fresca
A água salgada no meu corpo, a deslizar.
O sol companheiro, se torna ameno.
A caminhada na orla, precioso passeio.

Ao longe o horizonte azul, se funde
Com o céu também azul, que se une.
A maravilhosa tarde, um presente
O colorido, dos guarda-sóis, e o mar.

 

 Editt Schimanoski de Jesus.

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Acalmar a Mente

Uma música calma
Me acalma a mente
A música acalma a alma
Abranda e serena a gente.

O relax é necessário
A calmaria no fim do dia
O sono que relaxa e revigora
As energias são renovadas.

A noite vai reduzindo a luz
Vá diminuindo as telas
Para recobrar as forças
O bom sono é importante.

Há um desgaste natural
O descanso é necessário
Para apaziguar a mente
E também aplacar o cansaço.

Com o ânimo revigorado
O novo dia será produtivo
A mente estará alerta
E a alegria será desperta.

 

Editt Schimanoski de Jesus.

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Graça e Discrição

Com sutileza e leveza...
Os versos chegam com pés de pano
Sem fazer alarde, com suavidade
E vão dando o recado...

Com inspiração e inteligência apurada
Discretos e envolventes
Com discreta percepção
Falam de amor com delicadeza.

Sempre com um jeitinho só seu
O poema que também é meu
Chega com insinuações, na maneira de ser
Fala com perspicácia, sem ser notado.

As vezes querem dizer muito, nas entre linhas
Com elegância, de salto alto...
Com habilidade de se expressar
Cheio de particularidades.

Eu gosto do poema, que fale de paz
Na fineza e diplomacia...
Com amor e alegria, rimando,
Ou apenas ousando ser poesia.

 

Editt Schimanoski de Jesus.

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O Tempo Aqui

Aproveitemos o tempo
Não estamos aqui à passeio
Todos estamos em missão
Provas ou talvez, expiação.

Aqui estamos de passagem
O tempo, passa que um vento
Pois é finita esta viagem...
Sigamos com determinação.

Não sabemos se temos tempo
Para realizar os nossos sonhos
Se o dia de amanhã ainda teremos.

Viva o hoje como fosse o último dia
Se não houvesse mais o futuro
O amanhã ainda parece, obscuro.

   

  Editt Schimanoski de Jesus.

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O sabor de um poema

A alma sedenta, se aventura...
As palavras no peito guardadas
Saem como versos libertadores
Alimento, com muitos sabores.

A sede de compor versos e dizer
Para o mundo o que pensamos
É ter sede de água, no deserto
É amar quem não está perto.

A inquietude,  é a inspiração
A flexa certeira da emoção
Quando atinge o alvo secreto
Abala as estruturas do coração.

O poema tem vida, tem perfume
Tem as cores lindas do universo
Poucas ou muitas palavras...
Dizem o que está submerso.

O poema é a aurora dourada
O sol que surge na alvorada
O amor revelado na canção
A estrela guia da madrugada.

 

Editt Schimanoski de Jesus.

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A Telefonista

Para agente, se comunicar
Tinha que ir na central telefônica
E uma ligação, então solicitar.
A telefonista iria tentar: Alô! Alô! Alô!

Uma hora ou mais de espera
Até conseguir uma ligação
Dependia de outras centrais
A linha da comunicação.

O fonograma e o telegrama
Que traziam a mensagem
Apenas, quatro ou cinco palavras
Era só para matar a saudade.

Depois houve avanços relevantes
O DDD surgiu, na comunicação
A discagem era direta do telefone
Para o outro endereço telefônico.

Bem mais tarde surgiu o tijolão
Que alegria, agora tudo estava à mão
Agora temos essa belezura, o celular
Quanta evolução, estou encantada!
Ligação e whatsap, redes sociais.
O mundo nas mãos para conectar.

 

Editt Schimanoski de Jesus.

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