Posts de Márcia Aparecida Mancebo (1989)

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Perfume da Saudade

Perfume da Saudade

Quando a saudade chega de mansinho,
A vida vou seguindo sem ter pressa;
A mente vai lembrando o teu carinho,
E tua imagem chega a mim, depressa.

Envolta em pensamento, ouço um chamado;
A tua voz abraça a fantasia.
Revejo instantes em que, no meu traçado,
Caminhava ao teu lado, co’ alegria.

A tua voz insiste em me chamar,
Em tom suave, qual a melodia,
Aquela que aprendi cantarolar
Ao sol se pôr, e a tarde se escondia.

Essa saudade é qual clarão da aurora
A iluminar a vida com seu lume;
E a voz que ouço me faz sentir, agora,
O vento trazer-me o teu perfume!

Márcia Aparecida Mancebo
03/26

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A Mulher

A Mulher

Ah, se pudesse co’as mãos lapidar
Palavras que estão no meu pensamento;
Sobretudo as que falam de amar,
Amar, doando-se em todo momento.

Diria da mulher e seus sentimentos:
Da sua fortaleza e de sua garra;
Da sua luta e comprometimento,
Da sua liberdade sem amarra.

Pois a mulher nasceu para ser flor,
Razão do viver de todo ser;
Mulher que se dedica com amor,
Qual a luz do sol no amanhecer.

Mulher, rosa viva por Deus plantada
Para enfeitar os mais belos canteiros;
Para ser companheira e ser amada,
Exalando perfume o tempo inteiro.

Márcia Aparecida Mancebo
08/03/26

 

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Nova Versão

Nova Versão

Reescrevo minha história todo dia,
para que eu siga com motivação;
nessa estrada com desvio na via,
aprendo, a cada passo, uma lição.

Assim vou desenhando meu traçado,
tentando esquecer os meus fracassos
e todo sonho outrora malogrado
ajeito, dando ritmo aos meus compassos.

Criando então uma nova versão,
com a intenção de escrita mais singela,
não quero esmorecer o coração;
por isso uso o pincel e a aquarela.

Ao reescrever a história, penso bem,
para não repetir antigos erros;
e libertar minh’alma de refém
das mágoas que a prendiam em desterros.

Márcia Aparecida Mancebo
01/03/26

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Cântico Noturno

Os ruídos da noite vão comigo,
São quais as melodias bem cantadas;
Misturam-se às brisas, meu abrigo,
Pra que eu não sinta a dor das madrugadas.

Os ruídos e as brisas curam tédio,
Entrelaçam-se em canções afinadas;
Têm sons serenos, qual doce remédio,
Chegam a mim como brandas toadas.

E a noite segue em doce leveza,
Sem dor, sem solidão que me feria;
Enquanto vejo o céu com tal beleza,
Das estrelas que anunciam o dia.

A noite finda e o dia resplandece,
E a vida continua com sentido,
O tédio e solidão a mente esquece,
Renova-se em meu peito o bem vivido.

Márcia Aparecida Mancebo
03/03/26

&

Vigília a Noite

Se os ruídos da noite vão contigo,
também sigo esse canto que se eleva;
pois no sopro da brisa encontro abrigo
quando a alma na sombra se enleva.

Se as canções da noite curam o tédio,
trago nelas lembranças demoradas;
pois no som que se torna doce remédio
vão saudades serenas, repousadas.

E se a noite se faz leve e formosa,
sob o brilho das lâmpadas celestes,
vejo nela uma estrada silenciosa
onde os sonhos se tornam mais agrestes.

Quando o dia desponta no horizonte,
renovando o destino e o sentido,
sei que a vida é nascente em sua fonte
onde o tempo refaz o que é vivido.

António Domingos
04/03/2026

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Tenho marcas

Ciducha

Hoje olhei meu rosto
com mais demora.
Não vi apenas rugas —
vi caminhos.

Cada linha ao redor dos olhos
é rastro de risos partilhados,
abraços demorados,
amizades que ficaram.

As que moram na boca
guardam palavras ditas com amor,
beijos entregues sem medo,
promessas sussurradas na madrugada.

Trago sulcos nas mãos invisíveis do tempo,
porque embalei filhos,
segurei partidas,
aplaudi conquistas.

Há marcas que nasceram da dor,
é verdade —
mas até elas
me ensinaram a ser inteira.

Não são rugas.
São memórias desenhadas na pele.

E se o espelho insiste em contar minha idade,
eu sorrio —
porque cada traço
é a prova
de que vivi.

Tenho marcas
Santos/03/2026

&

Marcas que me definem

Hoje, ao me ver no espelho, fui pensando
Caminhos pela vida percorridos;
Deixando sulcos, foram demarcando
Tudo que passei nos tempos idos.

As linhas sob os olhos — doces risos —
Partilhados com quem seguiu comigo;
Risos e gargalhadas foram avisos
De que, por onde andasse, teria abrigo.

Ao redor da boca, palavras ditas
No instante em que o amor viera à tona;
Nas madrugadas — ah, horas benditas! —
Desses momentos eu fora dona.

O espelho não mente: demonstra a idade;
Nas mãos, as marcas firmes do labor.
Essas não escondo — tenho vaidade —
Vejo nos gestos dos filhos o amor.

É sob essas marcas que sobrevivo,
Sem negar sequer o que sofri;
Cada traço do tempo é positivo
Na soma inteira do que construí.

Márcia Aparecida Mancebo
04/03/26

&

Marcas que carrego

Hoje, diante do espelho, vou lembrando
As veredas que o tempo me traçou;
Cada sulco que a vida foi talhando
É a memória da mulher que hoje sou.

Há linhas que nasceram dos sorrisos
Partilhados em dias de alegria;
Outras guardam silêncios indecisos
Das batalhas travadas noite e dia.

Nas mãos, sinais do labor constante
De quem semeia sonhos no caminho;
Pois quem ama trabalha confiante
Mesmo quando o destino é mais mesquinho.

Também trago marcas da tristeza,
Que a existência por vezes nos impõe;
Mas delas fiz escola e fortaleza,
Pois a dor também forma e recompõe.

E assim, quando o espelho a idade mostra,
Não me pesa o que o tempo desenhou:
Cada traço é medalha da minha história
Testemunho fiel de que vivi e amei.

A Domingos
03/03/2026

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Cântico Noturno

Cântico Noturno

Os ruídos da noite vão comigo,
São quais as melodias bem cantadas;
Misturam-se às brisas, meu abrigo,
Pra que eu não sinta a dor das madrugadas.

Os ruídos e as brisas curam tédio,
Entrelaçam-se em canções afinadas;
Têm sons serenos, qual doce remédio,
Chegam a mim como brandas toadas.

E a noite segue em doce leveza,
Sem dor, sem solidão que me feria;
Enquanto vejo o céu com tal beleza,
Das estrelas que anunciam o dia.

A noite finda e o dia resplandece,
E a vida continua com sentido,
O tédio e solidão a mente esquece,
Renova-se em meu peito o bem vivido.

Márcia Aparecida Mancebo
03/03/26

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Tom Azul, Esperança e Alegria

Tom Azul, Esperança e Alegria

Neste dia azulado, vejo a vida:
um quadro com cor, doce e tão bonito;
a minha alma se agita, enternecida,
fecho os olhos e voo ao infinito.

Nesse voar, encontro a fantasia,
companhia fiel no meu pairar;
este céu azulado tem magia
e faz meus olhos tudo se encantar.

Encanto diferente que meu ser
extasia-se ao sentir esta beleza,
incentiva o caminho a percorrer
com alegria, sentindo leveza.

E a vida, em tom azul, traz esperança
que abrilhanta a manhã toda azulada;
neste instante, volto a ser criança
e deixo a alma em paz e iluminada.

Márcia Aparecida Mancebo
03/26

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Caminhada da Luz

Caminhada da Luz

Onde a luz brilha, viva, pela estrada,
Está o amor, regente, da estrada.

A luz é um artifício, um lume,
Um guia a levar-me na caminhada.

O sinto como escudo e confiança;
Não posso interromper minha jornada.

Que a vida deu-me como presente,
Quando nasci, ao amor fui outorgada.

Com caminhos certos a seguir,
Calculados a cada passada.

Os passos calculados são lumes,
Clareando a vasta e longa caminhada.

Márcia Aparecida Mancebo
31/01/26

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Eternidade

Esse amor que virou eternidade,
Adormece num sono tão profundo;
E o abraço com ternura e saudade
Trazendo uma lembrança onde me inundo.

Pra minha alma é acalanto a lembrança,
Lembrar que o meu passado foi bonito,
Que ainda há resto de luz e esperança,
E que em mim resplandece o infinito.

Ah, mesmo adormecido esse amor
É razão pra que a vida siga em frente;
Eu o sinto na estrada, em cada flor,
Quando a brisa me passa docemente.

Eu o cubro com flores da estação,
Pra ser velado e não morra jamais;
É esse amor que embala o meu coração,
Quando a tristeza o enche com os ais.

Márcia Aparecida Mancebo
28/02/26

&

Onde o Amor Permanece

Antonio Domingos

Amar deixou na alma uma vertigem
De ternura, silêncio e cicatriz;
Mas na sombra da antiga paisagem
A lembrança persiste e não se desfaz.

Há saudade nos gestos da memória,
Como o vazio perdido em sentimento lunar
Mesmo quando a dor conta outra história,
O coração insiste com força em amar.

Esse amor já conheceu o desgosto,
Já provou do amargo da solidão;
Mas resiste , é sereno , e bem posto
Como chama guardada na amplidão.

E assim segue comigo na estrada,
Entre espinhos, perfumados em profusão;
Pois a saudade, mansa se faz calada,
Ainda revela doce amor no coração.

A Domingos
28/02/2026

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Eternidade

Eternidade

Esse amor que virou eternidade,
Adormece num sono tão profundo;
E o abraço com ternura e saudade
Trazendo uma lembrança onde me inundo.

Pra minha alma é acalanto a lembrança,
Lembrar que o meu passado foi bonito,
Que ainda há resto de luz e esperança,
E que em mim resplandece o infinito.

Ah, mesmo adormecido esse amor
É razão pra que a vida siga em frente;
Eu o sinto na estrada, em cada flor,
Quando a brisa me passa docemente.

Eu o cubro com flores da estação,
Pra ser velado e não morra jamais;
É esse amor que embala o meu coração,
Quando a tristeza o enche com os ais.

Márcia Aparecida Mancebo
28/02/26

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Entre o Humano e o Simbólico

Enquanto a lua tece a bela noite,
A solidão dos dias é aclarada.
Ser sozinha já não traduz açoite,
Somente traz lembranças — e mais nada.

A mente se distrai com fantasia,
Chegando a ver o que é tão impossível.
Mas o pensar tem toda essa magia:
Trazer aos olhos imagem visível.

Se é ilusão da mente solitária,
Fantasia que ronda o pensamento,
É o desalento da lida diária:
Sem ver um gesto de agradecimento.

Um vulto envolto em flores... alegria,
Que somente se torna verdadeiro
A quem segue a vida sem companhia:
Receber rosa é um gesto certeiro.

Márcia Aparecida Mancebo
15/11/25

&

Ser uma Verdade ou Versão

Não sei se ser a bruma ou claridade,
Nem se vinhas do mundo ou da memória;
Mas teu sinal sinaliza discreta eternidade
Abre-nos no peito uma fenda da história.

Há presenças que nascem do invisível,
Como se o vazio aprendesse a florir;
E o que parece sonho impossível
É só o mistério na busca do existir.

Paradoxal , quanto mais isolado no caminho,
Mais passos e sonidos dentro do ser;
No ermo profundo a germinar um carinho
Que nenhuma razão pode retroceder

Entre o sentir e o que a mente inventa
Vive um rumor de antiga confecção
Talvez verdade que a alma sustenta,
Talvez a versão do próprio coração.

Se era sinal ou mera miragem tardia,
Isso o tempo jamais a esclarecer
Pois há encontros que a vida recria
Antes mesmo que alguém florescer

E assim, no espaço onde o silêncio impera,
Algo sempre a renascer sem explicação:
Não sei se era promessa que me espera
Ou o preferido perfume cítrico, uma intenção.

A Domingos
27/02/2026

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Entre o Humano e o Simbólico

30984849263?profile=RESIZE_710xEntre o Humano e o Simbólico

Enquanto a lua tece a bela noite,
A solidão dos dias é aclarada.
Ser sozinha já não traduz açoite,
Somente traz lembranças — e mais nada.

A mente se distrai com fantasia,
Chegando a ver o que é tão impossível.
Mas o pensar tem toda essa magia:
Trazer aos olhos imagem visível.

Se é ilusão da mente solitária,
Fantasia que ronda o pensamento,
É o desalento da lida diária:
Sem ver um gesto de agradecimento.

Um vulto envolto em flores... alegria,
Que somente se torna verdadeiro
A quem segue a vida sem companhia:
Receber rosa é um gesto certeiro.

Márcia Aparecida Mancebo
15/11/25

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Decaída

T e m a: Poesia 

"Quando o amor já não guia"

(Wanderson Silva Reis in Amar você me dói todo dia )

Decaída 

Quando finda o amor, a vida decai;
As horas não passam, é um tormento,
A esperança debate-se e cai,
E a alma naufraga num vil sofrimento.

Os olhos se perdem no firmamento,
Buscando algum motivo pra brilhar;
Apagam-se as luzes do pensamento,
Pois falta o amor para o iluminar.

Se o amor, esse bem que rege o viver,
Esse sentir tão belo em conexão,
Se fenecer, não ter mais o poder
Em dar um sentido ao coração.

É nesse instante que o ser entristece,
Se envereda pela estrada sozinho,
Não vê seta que o guie, isso aborrece,
Escurecendo as luzes do caminho.

Quando o amor já não guia, a vida embrutece.

Márcia Aparecida Mancebo
18/01/26

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Por um Segundo

Por um Segundo

Nos meus lábios carmim deixaste um beijo…
Fugiste de mim, sem dizer adeus.
Olhando-me no espelho, os lábios vejo:.
Por um segundo, um dia, foste meu.

Exalavam teus lábios puro amor.
Tocaram os meus tímidos… serenos;
Senti nesse momento um doce ardor.
Pois conquistaste um coração pequeno.

Tenho te buscado por todo canto,
Em teu beijo, mostraste teu desejo,
Que revelaste, trazendo-me encanto.

Fugindo de mim, deixaste borrado:
Meus lábios carmim com teu doce beijo.
Ainda sinto o teu gosto, meu amado!

Márcia Aparecida Mancebo

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Acolhimento

Acolhimento

Sigo a sonoridade da ventania,
que, ao passar, deixa uma luz tão brilhante;
parece uma suave melodia,
E não um som alto e sufocante.

Faço da ventania o meu farol
para seguir a estrada toda a tarde;
quando o dia esconde todo o meu sol
e fico sozinha, velando a saudade.

Essa saudade boa que chega leve,
E, com empatia, a acolho como abraço;
aproveito lembrar, pois sei que é breve
e demora a voltar para os meus braços.

É nesse instante que encontro uma paz.
Uma sensação de dias felizes
Que serão bordados tal como me apraz.
Liberta de dores e cicatrizes.

Márcia Aparecida Mancebo 
22/02/26

 

Atividade do grupo Desafio Poético com as palavras em negrito

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Dia a Dia

Dia a Dia 

Se em mim cessasse a dor que está envolta:
Em todos sonhos que não realizei;
Quem sabe entendesse, mas sem revolta:
Que a vida cobra por onde trilhei.

Meu trilho não foi um torto caminho,
Mas tive entraves e me apavorei.
Não soube lidar com todos espinhos.
Que, pela longa estrada, eu encontrei.

Foi exaustão ver sonho malogrado,
Vias com curvas, sem nenhum atalho;
Então, me senti um ser torturado,
E a solidão cresceu em cada galho.

Viçou, deu fruto, ferindo minha alma,
Cegando o olhar, matando a alegria;
E a espera do sonhar que traz a calma:
Foi morrendo  tão lenta, dia a dia!

Márcia Aparecida Mancebo 

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INSTANTE DA PAIXÃO

Na madrugada, instante da paixão,
Olhares se encontram enamorados,
Cremos que o amor não é mera ilusão.
Meu coração bate descompassado.

Teus olhos me fitam tão fascinados,
Dizem o que sente o teu coração.
Na madrugada, instante da paixão,
Olhares se encontram enamorados.

Com as nossas almas em comunhão,
A lua intui que estamos alados;
Ansiamos selar essa união,
Sinto no peito um querer sufocado:
Na madrugada, instante da paixão
.
Márcia Aparecida Mancebo
28/01/26

&

NUM INSTANTE, A PAIXÃO!

Na mesma madrugada em que me chamas,
Sinto tua presença me envolver,
Como brisa quente que em mim derrama
O doce medo e a ânsia de te ter.

Teu olhar em mim também repousa,
Desnuda a alma sem pedir perdão,
E nessa chama ardente e silenciosa
Meu peito aprende o ritmo do teu coração.

Se estamos alados sob a lua,
É porque o amor nos fez assim,
Dois corpos na distância ainda nua,
Mas uma só chama sem ter fim.

E quando esse querer já sufocado
Romper as margens da razão,
Seremos enfim dois destinos selados
Na madrugada… instante da paixão.

Ciducha

Saiba mais…

INSTANTE DA PAIXÃO

INSTANTE DA PAIXÃO

Na madrugada, instante da paixão,
Olhares se encontram enamorados,
Cremos que o amor não é mera ilusão.
Meu coração bate descompassado.

Teus olhos me fitam tão fascinados,
Dizem o que sente o teu coração.
Na madrugada, instante da paixão,
Olhares se encontram enamorados.

Com as nossas almas em comunhão,
A lua intui que estamos alados;
Ansiamos selar essa união,
Sinto no peito um querer sufocado:
Na madrugada, instante da paixão
.
Márcia Aparecida Mancebo
28/01/26

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A você

A Você

Nesse trivial que vivemos nos dias,
Sem tempo pra nada, nem mesmo saudar
A bela manhã que nos traz fantasia
De sermos poetas e poder versejar...

Com simples palavras, mas do coração.
Te ofereço uns versos para te dizer.
Esmero e carinho foi minha opção,
Pois, não tenho flores pra te oferecer.

Escrevi na alvorada, sob a luz do sol
Eu tenho nas mãos a caneta e o papel.
Fiz tudo suave tal qual o arrebol
Qual tarde morena morrendo no céu!

Com muita alegria posso bendizer
A vida, os amigos... Bênçãos do infinito
Singela poesia vou logo tecer
A você que faz o meu mundo bonito!

Márcia Aparecida Mancebo

Saiba mais…
CPP